Orçamento controlado
O que é Orçamento Controlado?
O orçamento controlado é uma ferramenta essencial para a gestão financeira de empresas e projetos. Ele permite que os gestores estabeleçam limites de gastos, garantindo que os recursos sejam utilizados de forma eficiente e eficaz. A prática de um orçamento controlado envolve a definição de metas financeiras, a alocação de recursos e o monitoramento contínuo das despesas, possibilitando ajustes quando necessário.
Importância do Orçamento Controlado
Implementar um orçamento controlado é fundamental para a saúde financeira de qualquer organização. Ele ajuda a evitar surpresas financeiras, permitindo que as empresas se preparem para imprevistos e mantenham a sustentabilidade a longo prazo. Além disso, um orçamento bem estruturado pode melhorar a tomada de decisões, já que fornece dados concretos sobre onde e como o dinheiro está sendo gasto.
Como Elaborar um Orçamento Controlado
A elaboração de um orçamento controlado começa com a identificação das receitas e despesas previstas. É importante categorizar os gastos em fixos e variáveis, para que os gestores possam ter uma visão clara das obrigações financeiras. Em seguida, deve-se estabelecer prioridades e definir limites de gastos para cada categoria, garantindo que os recursos sejam alocados de acordo com as necessidades da empresa.
Ferramentas para Orçamento Controlado
Existem diversas ferramentas disponíveis que podem auxiliar na criação e no acompanhamento de um orçamento controlado. Softwares de gestão financeira, planilhas eletrônicas e aplicativos específicos são algumas opções que permitem um controle mais rigoroso das finanças. Essas ferramentas oferecem funcionalidades como relatórios de despesas, gráficos de desempenho e alertas para quando os limites de gastos estão próximos de serem ultrapassados.
Monitoramento e Ajustes no Orçamento Controlado
Um orçamento controlado não é um documento estático; ele deve ser monitorado regularmente. Isso significa que os gestores precisam acompanhar as despesas reais em comparação com as previstas, identificando variações e ajustando o orçamento conforme necessário. Essa prática de revisão contínua é crucial para garantir que a empresa permaneça dentro dos limites financeiros estabelecidos.
Benefícios do Orçamento Controlado
Os benefícios de um orçamento controlado vão além do simples controle de gastos. Ele proporciona maior clareza sobre a situação financeira da empresa, melhora a eficiência operacional e pode até mesmo aumentar a lucratividade. Com um controle financeiro adequado, as empresas podem identificar áreas onde podem economizar e investir de forma mais estratégica, contribuindo para o crescimento sustentável.
Desafios do Orçamento Controlado
Embora o orçamento controlado ofereça muitos benefícios, também apresenta desafios. Um dos principais obstáculos é a resistência à mudança por parte da equipe, que pode estar acostumada a uma abordagem mais flexível. Além disso, a coleta de dados precisos e a previsão de despesas futuras podem ser complicadas, exigindo um esforço contínuo para garantir a precisão das informações financeiras.
Orçamento Controlado e Planejamento Estratégico
O orçamento controlado deve estar alinhado com o planejamento estratégico da empresa. Isso significa que as metas financeiras devem refletir os objetivos de longo prazo da organização. Um orçamento bem elaborado pode servir como um guia para a execução da estratégia, ajudando a priorizar investimentos e a alocar recursos de maneira que suporte o crescimento e a inovação.
Exemplos de Orçamento Controlado
Um exemplo prático de orçamento controlado pode ser visto em empresas que utilizam a metodologia de Zero-Based Budgeting (ZBB), onde cada despesa deve ser justificada para cada novo período. Outro exemplo é o uso de orçamentos por projeto, onde cada projeto tem seu próprio orçamento controlado, permitindo um acompanhamento mais detalhado e específico das despesas relacionadas.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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