Quadro de comando
O que é um Quadro de Comando?
O Quadro de Comando é uma ferramenta essencial utilizada em diversas áreas de gestão e controle de processos. Ele serve como um painel visual que reúne informações relevantes, permitindo que os gestores tomem decisões informadas com base em dados consolidados. O Quadro de Comando pode ser aplicado em diferentes contextos, como em empresas, projetos e até mesmo em ambientes pessoais, facilitando a visualização do progresso e dos resultados.
Componentes do Quadro de Comando
Um Quadro de Comando eficaz é composto por diversos elementos que colaboram para a sua funcionalidade. Entre os componentes mais comuns estão os indicadores de desempenho, gráficos, tabelas e relatórios. Esses elementos são organizados de maneira a proporcionar uma visão clara e objetiva das informações, permitindo que os usuários identifiquem rapidamente áreas que necessitam de atenção ou melhorias.
Importância do Quadro de Comando na Gestão
A importância do Quadro de Comando na gestão não pode ser subestimada. Ele atua como um facilitador na comunicação entre as equipes, promovendo a transparência e a colaboração. Além disso, ao centralizar informações cruciais, o Quadro de Comando ajuda os gestores a monitorar o desempenho em tempo real, o que é fundamental para a tomada de decisões estratégicas e para a identificação de oportunidades de melhoria.
Tipos de Quadros de Comando
Existem diferentes tipos de Quadros de Comando, cada um adaptado a necessidades específicas. Os mais comuns incluem o Quadro de Comando Estratégico, que foca em metas de longo prazo, e o Quadro de Comando Operacional, que se concentra em métricas do dia a dia. Também existem Quadros de Comando Financeiros, que monitoram indicadores econômicos, e Quadros de Comando de Projetos, que ajudam a acompanhar o progresso de iniciativas específicas.
Como Criar um Quadro de Comando Eficaz
Criar um Quadro de Comando eficaz envolve uma série de etapas. Primeiramente, é necessário definir os objetivos e as métricas que serão monitoradas. Em seguida, deve-se escolher as ferramentas e os formatos mais adequados para apresentar as informações. A visualização deve ser intuitiva, utilizando gráficos e cores que facilitem a interpretação dos dados. Por fim, é importante revisar e atualizar o Quadro de Comando regularmente para garantir que ele continue relevante e útil.
Benefícios do Quadro de Comando
Os benefícios do Quadro de Comando são numerosos. Ele proporciona uma visão clara e concisa do desempenho, facilita a identificação de tendências e padrões, e ajuda a alinhar as equipes em torno de objetivos comuns. Além disso, o uso de um Quadro de Comando pode aumentar a responsabilidade e o engajamento dos colaboradores, uma vez que todos têm acesso às mesmas informações e podem acompanhar o progresso em tempo real.
Quadro de Comando e Tecnologia
Com o avanço da tecnologia, o Quadro de Comando evoluiu para incluir soluções digitais que oferecem maior interatividade e integração com outras ferramentas de gestão. Softwares especializados permitem que os usuários personalizem seus Quadros de Comando, integrem dados de diferentes fontes e compartilhem informações em tempo real. Essa digitalização torna o processo de monitoramento ainda mais eficiente e acessível.
Desafios na Implementação do Quadro de Comando
A implementação de um Quadro de Comando pode apresentar desafios, como a resistência à mudança por parte da equipe ou a dificuldade em definir quais métricas são realmente relevantes. É fundamental que os gestores estejam preparados para enfrentar esses obstáculos, promovendo uma cultura de dados e incentivando a participação de todos na construção e manutenção do Quadro de Comando.
Exemplos de Uso do Quadro de Comando
O Quadro de Comando pode ser utilizado em diversas situações, como no acompanhamento de vendas, na gestão de projetos, ou na análise de desempenho financeiro. Por exemplo, uma equipe de vendas pode usar um Quadro de Comando para monitorar suas metas mensais, enquanto um gerente de projeto pode utilizá-lo para acompanhar o progresso das tarefas e identificar possíveis atrasos. Esses exemplos demonstram a versatilidade e a aplicabilidade do Quadro de Comando em diferentes contextos.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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