Requisitos de aceitação
O que são Requisitos de Aceitação?
Os requisitos de aceitação são critérios que um produto ou serviço deve atender para ser considerado aceitável pelo cliente ou pela parte interessada. Eles são fundamentais no processo de desenvolvimento, pois definem as expectativas e garantem que o resultado final atenda às necessidades do usuário. Esses requisitos podem ser tanto funcionais quanto não funcionais, abrangendo aspectos como desempenho, segurança e usabilidade.
Importância dos Requisitos de Aceitação
A definição clara dos requisitos de aceitação é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Eles servem como uma referência para a equipe de desenvolvimento e ajudam a evitar retrabalho, uma vez que todos os envolvidos têm uma compreensão comum do que é esperado. Além disso, esses requisitos facilitam a comunicação entre as partes interessadas, garantindo que todos estejam alinhados em relação aos objetivos do projeto.
Como Elaborar Requisitos de Aceitação
Para elaborar requisitos de aceitação eficazes, é importante seguir algumas práticas recomendadas. Primeiro, envolva todas as partes interessadas no processo de definição, garantindo que suas necessidades e expectativas sejam consideradas. Em seguida, utilize uma linguagem clara e objetiva, evitando jargões técnicos que possam causar confusão. Por fim, assegure-se de que os requisitos sejam testáveis, permitindo que a equipe de QA verifique se eles foram atendidos.
Tipos de Requisitos de Aceitação
Os requisitos de aceitação podem ser classificados em diferentes categorias. Os requisitos funcionais descrevem o que o sistema deve fazer, como funcionalidades específicas, enquanto os requisitos não funcionais abordam aspectos como desempenho, segurança e compatibilidade. Além disso, é possível incluir requisitos de aceitação relacionados a normas e regulamentações que o produto ou serviço deve cumprir.
Requisitos de Aceitação e Testes
Os requisitos de aceitação desempenham um papel fundamental na fase de testes do projeto. Eles servem como base para a criação de casos de teste, que são utilizados para verificar se o produto atende às expectativas definidas. A equipe de testes deve garantir que todos os requisitos de aceitação sejam cobertos, realizando testes funcionais e não funcionais para validar o desempenho e a qualidade do produto final.
Documentação dos Requisitos de Aceitação
A documentação adequada dos requisitos de aceitação é essencial para o sucesso do projeto. É recomendável utilizar ferramentas de gerenciamento de requisitos que permitam rastrear alterações e versões, facilitando a comunicação entre a equipe. Além disso, a documentação deve ser acessível a todos os envolvidos, garantindo que todos possam consultar os requisitos a qualquer momento durante o ciclo de vida do projeto.
Requisitos de Aceitação e Metodologias Ágeis
No contexto das metodologias ágeis, os requisitos de aceitação são frequentemente utilizados em histórias de usuários. Cada história deve incluir critérios de aceitação que definem quando a história é considerada concluída. Isso permite que a equipe de desenvolvimento tenha uma visão clara do que precisa ser entregue em cada iteração, promovendo um desenvolvimento mais eficiente e alinhado às expectativas do cliente.
Desafios na Definição de Requisitos de Aceitação
A definição de requisitos de aceitação pode apresentar desafios significativos. Um dos principais problemas é a ambiguidade, que pode levar a mal-entendidos e expectativas não atendidas. Além disso, mudanças nas necessidades do cliente durante o desenvolvimento podem exigir revisões nos requisitos, o que pode impactar o cronograma e o orçamento do projeto. Portanto, é fundamental manter uma comunicação aberta e contínua com todas as partes interessadas.
Exemplos de Requisitos de Aceitação
Exemplos de requisitos de aceitação incluem: “O sistema deve permitir que o usuário faça login em menos de 3 segundos” (requisito não funcional) ou “O aplicativo deve permitir que o usuário adicione produtos ao carrinho de compras” (requisito funcional). Esses exemplos ilustram como os requisitos de aceitação podem ser específicos e mensuráveis, facilitando a validação durante o processo de testes.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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