Simulação de riscos
O que é Simulação de Riscos?
A simulação de riscos é uma técnica utilizada para avaliar e quantificar a incerteza em projetos e operações. Essa abordagem permite que empresas identifiquem, analisem e gerenciem riscos potenciais, proporcionando uma visão clara sobre as possíveis consequências de diferentes cenários. A simulação de riscos é frequentemente aplicada em setores como finanças, engenharia e gestão de projetos, onde a tomada de decisão informada é crucial para o sucesso.
Importância da Simulação de Riscos
A importância da simulação de riscos reside na sua capacidade de oferecer uma análise detalhada das variáveis que podem impactar um projeto. Ao simular diferentes cenários, as empresas podem prever problemas antes que eles ocorram, permitindo uma melhor alocação de recursos e uma gestão mais eficaz. Isso não apenas minimiza perdas financeiras, mas também melhora a confiança nas decisões estratégicas tomadas pela organização.
Técnicas Comuns de Simulação de Riscos
Existem várias técnicas de simulação de riscos, sendo as mais comuns a simulação de Monte Carlo e a análise de árvore de decisão. A simulação de Monte Carlo utiliza algoritmos para gerar uma série de resultados possíveis com base em variáveis aleatórias, enquanto a análise de árvore de decisão ajuda a visualizar as consequências de diferentes escolhas e suas probabilidades associadas. Ambas as técnicas são fundamentais para uma avaliação abrangente dos riscos.
Como Funciona a Simulação de Monte Carlo?
A simulação de Monte Carlo funciona através da execução de múltiplas iterações de um modelo, onde cada iteração utiliza valores aleatórios para as variáveis de entrada. Isso resulta em uma distribuição de resultados que pode ser analisada para entender a probabilidade de diferentes resultados. Essa técnica é especialmente útil em situações onde a incerteza é alta e as variáveis são interdependentes, permitindo uma análise mais robusta dos riscos envolvidos.
Aplicações da Simulação de Riscos em Projetos
A simulação de riscos é amplamente utilizada em projetos para prever atrasos, custos adicionais e outros problemas que podem surgir durante a execução. Ao modelar diferentes cenários, as equipes de projeto podem desenvolver estratégias de mitigação e contingência, garantindo que estejam preparadas para lidar com imprevistos. Isso é especialmente relevante em projetos complexos, onde a incerteza é uma constante.
Benefícios da Simulação de Riscos
Os benefícios da simulação de riscos incluem uma melhor compreensão das incertezas, a capacidade de tomar decisões mais informadas e a redução de custos associados a riscos não gerenciados. Além disso, a simulação permite que as empresas priorizem riscos com base em sua probabilidade e impacto, facilitando a alocação de recursos de forma mais eficiente. Isso resulta em um ambiente de negócios mais resiliente e adaptável.
Desafios na Implementação da Simulação de Riscos
Apesar de seus muitos benefícios, a implementação da simulação de riscos pode apresentar desafios. A coleta de dados precisos e relevantes é fundamental para a eficácia da simulação, e muitas vezes as empresas enfrentam dificuldades em obter informações confiáveis. Além disso, a complexidade dos modelos de simulação pode exigir habilidades técnicas avançadas, o que pode ser um obstáculo para algumas organizações.
Ferramentas para Simulação de Riscos
Existem diversas ferramentas disponíveis no mercado que facilitam a simulação de riscos, como o @RISK, Crystal Ball e Risk Simulator. Essas ferramentas oferecem funcionalidades que permitem a modelagem de cenários, análise de sensibilidade e geração de relatórios detalhados. A escolha da ferramenta adequada depende das necessidades específicas da empresa e da complexidade dos projetos em questão.
Futuro da Simulação de Riscos
O futuro da simulação de riscos está intimamente ligado ao avanço da tecnologia e à crescente disponibilidade de dados. Com o uso de inteligência artificial e machine learning, as simulações poderão se tornar ainda mais precisas e adaptativas, permitindo que as empresas respondam rapidamente a mudanças no ambiente de negócios. A integração de dados em tempo real também promete revolucionar a forma como os riscos são avaliados e gerenciados.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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