Sistema de classificação
O que é um Sistema de Classificação?
Um Sistema de Classificação é uma metodologia utilizada para categorizar e organizar informações, produtos ou serviços de maneira que facilite a busca e a análise. Esse sistema é fundamental em diversos setores, pois permite que dados complexos sejam simplificados e apresentados de forma clara e acessível. A implementação de um sistema eficaz pode aumentar a eficiência operacional e melhorar a experiência do usuário ao interagir com um serviço ou produto.
Importância do Sistema de Classificação
A importância de um Sistema de Classificação reside na sua capacidade de estruturar informações de maneira lógica e intuitiva. Isso não apenas ajuda na organização interna de uma empresa, mas também proporciona uma navegação mais fluida para os usuários. Quando os dados estão bem classificados, a busca por informações específicas se torna mais rápida e eficiente, resultando em uma melhor satisfação do cliente e maior retenção de usuários.
Tipos de Sistemas de Classificação
Existem diversos tipos de Sistemas de Classificação, cada um adequado a diferentes contextos e necessidades. Os sistemas podem ser baseados em categorias hierárquicas, como taxonomias, ou em sistemas de tags, que permitem uma classificação mais flexível. Além disso, sistemas de classificação podem ser utilizados em bibliotecas, bancos de dados e até mesmo em plataformas de e-commerce, cada um com suas particularidades e objetivos específicos.
Como Funciona um Sistema de Classificação?
Um Sistema de Classificação funciona através da definição de critérios e categorias que serão utilizados para organizar as informações. Esses critérios podem ser baseados em características físicas, funcionais ou até mesmo em preferências do usuário. Após a definição, as informações são inseridas no sistema e organizadas de acordo com as categorias estabelecidas, permitindo que os usuários encontrem o que procuram de forma rápida e eficiente.
Benefícios de Implementar um Sistema de Classificação
Implementar um Sistema de Classificação traz uma série de benefícios, como a melhoria na organização de dados, a otimização de processos internos e a facilitação do acesso à informação. Além disso, um sistema bem estruturado pode contribuir para a análise de dados, permitindo que as empresas identifiquem tendências e padrões que podem ser utilizados para tomar decisões estratégicas. Isso resulta em uma operação mais ágil e eficaz.
Desafios na Criação de um Sistema de Classificação
Criar um Sistema de Classificação eficaz pode apresentar desafios significativos. Um dos principais obstáculos é a definição de categorias que sejam abrangentes o suficiente para incluir todas as informações relevantes, mas específicas o bastante para evitar confusões. Além disso, a manutenção do sistema é crucial, pois as informações e as necessidades dos usuários podem mudar ao longo do tempo, exigindo ajustes e atualizações constantes.
Exemplos de Sistemas de Classificação
Exemplos de Sistemas de Classificação podem ser encontrados em diversas áreas. Na biblioteconomia, o Sistema Dewey é amplamente utilizado para classificar livros. No e-commerce, sistemas de classificação de produtos ajudam os consumidores a encontrar itens de interesse rapidamente. Em ambientes corporativos, sistemas de classificação de documentos são essenciais para a organização e recuperação de informações importantes.
O Papel da Tecnologia no Sistema de Classificação
A tecnologia desempenha um papel fundamental na implementação e manutenção de Sistemas de Classificação. Softwares e ferramentas de gestão de dados permitem que as empresas automatizem o processo de classificação, tornando-o mais eficiente e menos propenso a erros. Além disso, a análise de dados pode ser facilitada por meio de tecnologias que integram inteligência artificial, permitindo uma classificação dinâmica e adaptativa.
Futuro dos Sistemas de Classificação
O futuro dos Sistemas de Classificação está intimamente ligado à evolução da tecnologia e à crescente quantidade de dados disponíveis. Com o advento de novas ferramentas e metodologias, espera-se que os sistemas se tornem ainda mais sofisticados, permitindo uma personalização e uma eficiência sem precedentes. A integração de inteligência artificial e machine learning pode revolucionar a forma como as informações são classificadas e acessadas, proporcionando uma experiência ainda mais rica para os usuários.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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