Thomas Edison
Quem foi Thomas Edison?
Thomas Edison foi um inventor e empresário norte-americano, amplamente reconhecido como um dos maiores inventores da história. Nascido em 11 de fevereiro de 1847, em Milan, Ohio, Edison é mais conhecido por suas contribuições significativas para a eletricidade e a comunicação. Ele detém mais de mil patentes, refletindo sua incansável busca por inovação e melhoria tecnológica.
Principais Invenções de Thomas Edison
Entre as invenções mais notáveis de Thomas Edison, destaca-se a lâmpada elétrica incandescente, que revolucionou a forma como as pessoas iluminavam suas casas e cidades. Além disso, Edison também desenvolveu o fonógrafo, o primeiro dispositivo capaz de gravar e reproduzir som, o que teve um impacto profundo na indústria da música e do entretenimento.
A Importância do Laboratório de Menlo Park
O laboratório de Menlo Park, fundado por Edison em 1876, foi um marco na história da invenção. Este espaço não apenas serviu como um local de trabalho, mas também como um centro de pesquisa e desenvolvimento, onde Edison e sua equipe puderam experimentar e criar novas tecnologias. O laboratório é frequentemente considerado o primeiro laboratório de pesquisa industrial do mundo.
O Método de Trabalho de Edison
Thomas Edison era conhecido por seu método de trabalho sistemático e sua abordagem prática para a invenção. Ele acreditava na experimentação e no aprendizado por meio da tentativa e erro. Edison costumava dizer que “a genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração”, enfatizando a importância do esforço e da persistência na busca pela inovação.
Contribuições para a Indústria do Cinema
Edison também teve um papel fundamental no desenvolvimento da indústria cinematográfica. Ele e sua equipe criaram o Kinetoscope, um dispositivo que permitia a visualização de filmes curtos. Essa invenção foi um precursor do cinema moderno e ajudou a estabelecer as bases para a indústria cinematográfica que conhecemos hoje.
Legado de Thomas Edison
O legado de Thomas Edison é imensurável. Suas invenções e inovações não apenas mudaram a forma como vivemos, mas também influenciaram o desenvolvimento de diversas indústrias. Edison é frequentemente lembrado como um símbolo do espírito empreendedor e da capacidade humana de transformar ideias em realidades tangíveis.
Reconhecimentos e Prêmios
Ao longo de sua vida, Thomas Edison recebeu diversos prêmios e reconhecimentos por suas contribuições à ciência e à tecnologia. Ele foi eleito membro da Academia Nacional de Ciências e recebeu a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos, entre outros honrarias, que atestam sua importância no campo da invenção e inovação.
Thomas Edison e a Concorrência com Nikola Tesla
A relação entre Thomas Edison e Nikola Tesla é famosa na história da ciência e da tecnologia. Enquanto Edison defendia a corrente contínua (CC) para a distribuição de eletricidade, Tesla promovia a corrente alternada (CA). Essa rivalidade, conhecida como a “Guerra das Correntes”, teve um impacto significativo na forma como a eletricidade é utilizada até hoje.
Vida Pessoal de Thomas Edison
Além de suas realizações como inventor, Thomas Edison também teve uma vida pessoal rica e complexa. Casou-se duas vezes e teve seis filhos. Sua dedicação ao trabalho muitas vezes o afastou da família, mas ele sempre buscou equilibrar suas responsabilidades como pai e marido com sua paixão pela invenção.
Influência de Thomas Edison na Educação e na Ciência
A influência de Thomas Edison vai além de suas invenções. Ele também foi um defensor da educação e acreditava na importância da aprendizagem prática. Edison fundou a Edison Institute, uma escola que promovia métodos de ensino inovadores, refletindo sua crença de que a educação deveria ser acessível e prática para todos.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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