Transferência de conhecimento
O que é Transferência de Conhecimento?
A Transferência de Conhecimento refere-se ao processo pelo qual informações, habilidades e experiências são compartilhadas entre indivíduos ou grupos. Este conceito é fundamental em ambientes organizacionais, onde a troca de saberes pode impulsionar a inovação e a eficiência. A transferência pode ocorrer de diversas formas, como treinamentos, mentorias, workshops e até mesmo através de documentação e manuais.
Importância da Transferência de Conhecimento
A Transferência de Conhecimento é crucial para a continuidade e o crescimento das organizações. Quando o conhecimento é compartilhado, as empresas conseguem evitar a perda de informações valiosas, especialmente quando colaboradores se aposentam ou mudam de função. Além disso, essa prática fomenta um ambiente colaborativo, onde todos se sentem valorizados e motivados a contribuir com suas experiências.
Tipos de Transferência de Conhecimento
Existem diferentes tipos de Transferência de Conhecimento, que podem ser categorizados em explícito e tácito. O conhecimento explícito é aquele que pode ser facilmente documentado e compartilhado, como manuais e relatórios. Já o conhecimento tácito é mais difícil de ser formalizado, pois envolve habilidades e experiências pessoais que são transmitidas através da interação social e prática.
Ferramentas para Facilitar a Transferência de Conhecimento
Para otimizar a Transferência de Conhecimento, diversas ferramentas e tecnologias podem ser utilizadas. Plataformas de gestão do conhecimento, como intranets e wikis, permitem que informações sejam armazenadas e acessadas facilmente. Além disso, softwares de colaboração, como videoconferências e chats, ajudam a conectar pessoas e facilitar a troca de ideias em tempo real.
Desafios na Transferência de Conhecimento
Apesar de sua importância, a Transferência de Conhecimento enfrenta vários desafios. A resistência à mudança por parte dos colaboradores pode dificultar o compartilhamento de informações. Além disso, a falta de uma cultura organizacional que valorize a troca de saberes pode levar à fragmentação do conhecimento, onde informações valiosas ficam isoladas em silos departamentais.
Estratégias para Melhorar a Transferência de Conhecimento
Para superar os desafios da Transferência de Conhecimento, as organizações podem implementar estratégias específicas. Promover uma cultura de aprendizado contínuo, onde o compartilhamento de informações é incentivado, é fundamental. Além disso, a criação de programas de mentoria e a realização de eventos de networking podem facilitar a interação entre colaboradores e a troca de experiências.
O Papel da Liderança na Transferência de Conhecimento
A liderança desempenha um papel vital na Transferência de Conhecimento. Líderes que promovem um ambiente aberto e colaborativo incentivam seus colaboradores a compartilhar informações e experiências. Além disso, líderes que reconhecem e recompensam o compartilhamento de conhecimento ajudam a solidificar essa prática como parte da cultura organizacional.
Transferência de Conhecimento e Inovação
A Transferência de Conhecimento está intimamente ligada à inovação. Quando as organizações conseguem compartilhar e integrar diferentes saberes, elas se tornam mais propensas a desenvolver novas ideias e soluções. A diversidade de perspectivas e experiências enriquece o processo criativo, resultando em produtos e serviços mais inovadores.
Medindo a Eficácia da Transferência de Conhecimento
Para garantir que a Transferência de Conhecimento esteja ocorrendo de maneira eficaz, é importante estabelecer métricas e indicadores. Avaliações regulares, feedback dos colaboradores e análise de resultados podem ajudar a identificar áreas de melhoria. Além disso, pesquisas de clima organizacional podem fornecer insights sobre como os colaboradores percebem a cultura de compartilhamento de conhecimento.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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