Turno de trabalho
Definição de Turno de Trabalho
O termo “turno de trabalho” refere-se a um período específico em que os funcionários desempenham suas funções dentro de uma organização. Este conceito é fundamental para a gestão de recursos humanos, pois determina a alocação de pessoal e a organização das atividades diárias. Os turnos podem variar em duração e horário, dependendo das necessidades da empresa e do setor em que atua.
Tipos de Turnos de Trabalho
Existem diversos tipos de turnos de trabalho, sendo os mais comuns o turno diurno, o turno noturno e os turnos rotativos. O turno diurno geralmente ocorre durante o dia, enquanto o turno noturno abrange as horas da noite. Já os turnos rotativos alternam entre diferentes horários, permitindo que os funcionários trabalhem em diferentes períodos ao longo da semana ou do mês, o que pode ser benéfico para a saúde e a produtividade.
Importância da Escala de Turnos
A escala de turnos é uma ferramenta essencial para a organização do trabalho em empresas que operam em horários variados. Uma boa escala de turnos garante que haja sempre pessoal suficiente para atender à demanda, evitando sobrecargas de trabalho e garantindo a eficiência operacional. Além disso, uma escala bem planejada pode contribuir para a satisfação dos funcionários, pois permite um equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Legislação sobre Turnos de Trabalho
No Brasil, a legislação trabalhista estabelece normas específicas sobre os turnos de trabalho, incluindo a duração máxima da jornada e os intervalos obrigatórios. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que a jornada diária não deve ultrapassar 8 horas, salvo exceções previstas em acordos ou convenções coletivas. É fundamental que as empresas estejam atentas a essas normas para evitar problemas legais e garantir o bem-estar dos colaboradores.
Turno de Trabalho e Saúde do Trabalhador
A relação entre o turno de trabalho e a saúde do trabalhador é um tema de grande relevância. Trabalhar em turnos noturnos ou em horários irregulares pode impactar negativamente a saúde física e mental dos funcionários, aumentando o risco de doenças e distúrbios do sono. Por isso, é importante que as empresas adotem medidas para minimizar esses riscos, como oferecer apoio psicológico e promover campanhas de conscientização sobre a saúde no trabalho.
Gestão de Turnos de Trabalho
A gestão de turnos de trabalho envolve o planejamento e a organização das escalas de trabalho de maneira eficiente. Ferramentas tecnológicas, como softwares de gestão de pessoal, podem facilitar esse processo, permitindo que os gestores acompanhem a carga horária dos funcionários, identifiquem possíveis conflitos e ajustem as escalas conforme necessário. Uma gestão eficaz contribui para a produtividade e a satisfação dos colaboradores.
Impacto dos Turnos de Trabalho na Produtividade
Os turnos de trabalho têm um impacto direto na produtividade das equipes. Estudos mostram que a forma como os turnos são organizados pode influenciar o desempenho dos funcionários. Turnos bem estruturados, que respeitam os ritmos biológicos dos trabalhadores, tendem a resultar em maior eficiência e menor taxa de absenteísmo. Portanto, é crucial que as empresas considerem esses fatores ao planejar suas escalas de trabalho.
Turno de Trabalho e Equilíbrio Vida-Trabalho
O equilíbrio entre vida pessoal e profissional é uma preocupação crescente entre os trabalhadores. Turnos de trabalho flexíveis podem ajudar a promover esse equilíbrio, permitindo que os funcionários ajustem suas jornadas de acordo com suas necessidades pessoais. Empresas que oferecem essa flexibilidade tendem a atrair e reter talentos, além de melhorar a satisfação e o engajamento dos colaboradores.
Desafios na Implementação de Turnos de Trabalho
A implementação de turnos de trabalho pode apresentar diversos desafios, como a resistência dos funcionários a mudanças nas escalas e a necessidade de treinamento para adaptação a novos horários. Além disso, é importante que as empresas estejam preparadas para lidar com questões de saúde e segurança relacionadas ao trabalho em turnos, garantindo que todos os colaboradores estejam cientes das políticas e práticas estabelecidas.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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