Unidade de tempo
O que é Unidade de Tempo?
A unidade de tempo é uma medida fundamental utilizada para quantificar a duração de eventos, processos ou fenômenos. No contexto científico e cotidiano, as unidades de tempo mais comuns incluem segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos. Cada uma dessas unidades possui uma definição precisa, permitindo a padronização e a comparação de intervalos de tempo em diversas disciplinas, como física, química, biologia e até mesmo em atividades diárias.
Importância das Unidades de Tempo
As unidades de tempo são essenciais para a organização da vida cotidiana e para o funcionamento de sistemas complexos. Elas permitem que as pessoas planejem suas atividades, estabeleçam prazos e coordenem ações em grupo. Em ambientes profissionais, a gestão do tempo é crucial para a produtividade e a eficiência, sendo um dos principais fatores que influenciam o sucesso de projetos e operações.
Unidades de Tempo no Sistema Internacional
No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade básica de tempo é o segundo, simbolizado como “s”. O segundo é definido com base em fenômenos físicos, como a oscilação de átomos de césio. Outras unidades de tempo, como minutos e horas, são derivadas do segundo, onde um minuto equivale a 60 segundos e uma hora a 3.600 segundos. Essa padronização é fundamental para a comunicação científica e técnica em todo o mundo.
Conversão entre Unidades de Tempo
A conversão entre diferentes unidades de tempo é uma habilidade importante, especialmente em contextos onde a precisão é necessária. Por exemplo, converter horas em minutos ou dias em horas pode ser feito utilizando fatores de conversão simples. Essa prática é comum em áreas como engenharia, programação e até mesmo na elaboração de cronogramas em projetos, onde a clareza na comunicação do tempo é vital.
Unidade de Tempo e Tecnologia
Com o avanço da tecnologia, novas formas de medir e gerenciar o tempo surgiram. Dispositivos como relógios digitais, cronômetros e aplicativos de gerenciamento de tempo permitem que as pessoas monitorem suas atividades de maneira mais eficaz. Além disso, a tecnologia também possibilita a sincronização de horários em diferentes fusos horários, facilitando a comunicação global e a colaboração entre equipes em locais distintos.
Unidade de Tempo na Ciência
Na ciência, a unidade de tempo é crucial para a realização de experimentos e a análise de dados. Por exemplo, em física, a medição do tempo pode influenciar a precisão de resultados em experimentos de movimento ou reações químicas. A utilização de unidades de tempo adequadas garante que os cientistas possam replicar experimentos e validar teorias, contribuindo para o avanço do conhecimento científico.
Unidade de Tempo e Cultura
A percepção do tempo pode variar significativamente entre diferentes culturas. Algumas sociedades valorizam a pontualidade e a eficiência, enquanto outras podem ter uma abordagem mais flexível em relação ao tempo. Essa diversidade cultural influencia não apenas a maneira como as pessoas organizam suas vidas, mas também como interagem em contextos sociais e profissionais, destacando a importância de compreender as diferentes perspectivas sobre a unidade de tempo.
Impacto da Unidade de Tempo na Saúde
A gestão do tempo também desempenha um papel importante na saúde e bem-estar. A falta de tempo pode levar ao estresse e à ansiedade, enquanto uma boa administração do tempo pode contribuir para um estilo de vida equilibrado. Práticas como a meditação e o planejamento de atividades diárias são exemplos de como a percepção e a utilização eficaz da unidade de tempo podem impactar positivamente a saúde mental e física.
Unidade de Tempo e Educação
No campo educacional, a unidade de tempo é fundamental para a estruturação de currículos e a programação de aulas. O tempo dedicado a cada disciplina, bem como a duração das aulas, influencia diretamente o aprendizado dos alunos. Além disso, a gestão do tempo é uma habilidade que os educadores ensinam aos estudantes, preparando-os para desafios futuros em suas vidas pessoais e profissionais.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
