Veracidade
Veracidade: Definição e Importância
A veracidade refere-se à qualidade de ser verdadeiro, autêntico e confiável. No contexto dos serviços, a veracidade é fundamental para estabelecer a credibilidade de uma empresa junto aos seus clientes. A transparência nas informações e a honestidade nas práticas comerciais são essenciais para construir uma relação de confiança, que é um dos pilares do sucesso em qualquer negócio.
Veracidade e a Credibilidade dos Serviços
A credibilidade de um serviço está intrinsicamente ligada à veracidade das informações que ele oferece. Quando uma empresa se compromete a fornecer dados precisos e verdadeiros, ela não apenas conquista a confiança do consumidor, mas também se destaca em um mercado competitivo. A veracidade nas comunicações, como em anúncios e descrições de produtos, é crucial para evitar mal-entendidos e frustrações que podem prejudicar a reputação da marca.
Veracidade nas Avaliações de Clientes
As avaliações de clientes são uma das principais fontes de informação que os consumidores utilizam para tomar decisões de compra. A veracidade dessas avaliações é vital, pois comentários falsos ou manipulados podem enganar os consumidores e gerar desconfiança. Empresas que incentivam feedbacks autênticos e lidam com críticas de maneira honesta tendem a ter uma imagem mais positiva e a atrair mais clientes.
Veracidade e a Ética nos Negócios
A ética nos negócios está diretamente relacionada à veracidade. Práticas enganosas, como publicidade falsa ou omissão de informações relevantes, não apenas comprometem a integridade da empresa, mas também podem resultar em consequências legais. A promoção de uma cultura de veracidade dentro da organização é essencial para garantir que todos os colaboradores atuem de maneira ética e responsável.
Veracidade na Comunicação Digital
Com o crescimento das plataformas digitais, a veracidade na comunicação online tornou-se ainda mais crucial. Informações falsas podem se espalhar rapidamente, prejudicando a imagem de uma empresa. Portanto, é fundamental que as marcas verifiquem a veracidade das informações que compartilham nas redes sociais e em seus sites, garantindo que o conteúdo seja preciso e confiável.
Veracidade e a Experiência do Cliente
A veracidade também desempenha um papel significativo na experiência do cliente. Quando os consumidores sentem que estão recebendo informações verdadeiras e transparentes, sua satisfação aumenta. Isso não apenas resulta em uma maior lealdade à marca, mas também em recomendações boca a boca, que são extremamente valiosas para a aquisição de novos clientes.
Veracidade e a Responsabilidade Social
As empresas têm a responsabilidade de garantir a veracidade de suas práticas e comunicações, especialmente em relação a questões sociais e ambientais. A transparência sobre as ações da empresa em relação à sustentabilidade e à responsabilidade social é fundamental para ganhar a confiança dos consumidores que valorizam essas questões. A veracidade nas declarações sobre práticas sustentáveis pode diferenciar uma marca no mercado.
Veracidade e a Gestão de Crises
Em situações de crise, a veracidade das informações divulgadas é crucial. A forma como uma empresa comunica a verdade durante uma crise pode determinar sua capacidade de recuperação. Ser honesto sobre os problemas enfrentados e as medidas que estão sendo tomadas para resolvê-los pode ajudar a restaurar a confiança do consumidor e minimizar danos à reputação da marca.
Veracidade como Diferencial Competitivo
Em um mercado saturado, a veracidade pode ser um diferencial competitivo. Empresas que se destacam pela transparência e pela honestidade em suas operações atraem consumidores que valorizam esses princípios. A construção de uma marca baseada na veracidade não apenas fideliza clientes, mas também pode atrair novos públicos que buscam por serviços autênticos e confiáveis.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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