Whiteboard
O que é Whiteboard?
Whiteboard, ou quadro branco, é uma ferramenta visual amplamente utilizada em ambientes de trabalho, educação e apresentações. Este recurso permite que ideias sejam expressas de forma clara e organizada, facilitando a comunicação e a colaboração entre equipes. O uso de whiteboards se tornou essencial em reuniões e sessões de brainstorming, onde a visualização de informações é crucial para o entendimento coletivo.
Tipos de Whiteboard
Existem diversos tipos de whiteboards disponíveis no mercado, cada um com características específicas que atendem a diferentes necessidades. Os quadros brancos tradicionais, feitos de superfícies lisas e brilhantes, são ideais para uso com marcadores apagáveis. Já os quadros interativos, que se conectam a dispositivos digitais, permitem uma interação mais dinâmica e envolvente, sendo perfeitos para apresentações e aulas interativas.
Vantagens do Uso de Whiteboard
O uso de whiteboards oferece inúmeras vantagens, como a promoção da criatividade e a melhoria na retenção de informações. Ao visualizar conceitos e ideias, os participantes tendem a se engajar mais nas discussões. Além disso, a possibilidade de apagar e reescrever informações facilita a adaptação de conteúdos em tempo real, tornando as reuniões mais produtivas e dinâmicas.
Whiteboard Digital vs. Físico
Com o avanço da tecnologia, os whiteboards digitais ganharam destaque, oferecendo funcionalidades que os quadros físicos não conseguem proporcionar. Os quadros digitais permitem a integração com softwares de apresentação e colaboração, possibilitando que equipes remotas trabalhem juntas em tempo real. No entanto, os quadros físicos ainda são preferidos em muitos ambientes, devido à sua simplicidade e facilidade de uso.
Como Escolher um Whiteboard
Ao escolher um whiteboard, é importante considerar o espaço disponível, o tipo de uso e as preferências da equipe. Quadros de diferentes tamanhos e formatos estão disponíveis, e a escolha deve ser baseada na quantidade de informações que serão apresentadas e na dinâmica das reuniões. Além disso, a qualidade da superfície e a facilidade de limpeza são fatores que não devem ser negligenciados.
Manutenção do Whiteboard
A manutenção adequada de um whiteboard é essencial para garantir sua durabilidade e funcionalidade. É importante utilizar marcadores apropriados e evitar produtos de limpeza abrasivos que possam danificar a superfície. A limpeza regular com panos macios e soluções específicas para quadros brancos ajuda a manter a clareza das informações e a aparência do quadro ao longo do tempo.
Aplicações do Whiteboard em Empresas
Em ambientes corporativos, os whiteboards são utilizados para planejamento estratégico, mapeamento de processos e gestão de projetos. Eles servem como uma plataforma visual para a troca de ideias e a resolução de problemas, permitindo que equipes visualizem o progresso e as etapas necessárias para alcançar objetivos. Essa prática contribui para um ambiente de trabalho mais colaborativo e eficiente.
Whiteboard na Educação
No contexto educacional, os whiteboards desempenham um papel fundamental no ensino e na aprendizagem. Professores utilizam esses quadros para explicar conceitos, realizar exercícios interativos e estimular a participação dos alunos. A capacidade de visualizar informações de forma clara e dinâmica ajuda os estudantes a compreenderem melhor o conteúdo, promovendo um aprendizado mais eficaz.
Whiteboard e Colaboração Remota
Com o aumento do trabalho remoto, as ferramentas de whiteboard digital se tornaram indispensáveis. Plataformas como Miro e Microsoft Whiteboard permitem que equipes colaborem em tempo real, independentemente da localização geográfica. Essas ferramentas oferecem recursos como post-its virtuais, desenhos e diagramas, facilitando a troca de ideias e a construção conjunta de projetos.
Tendências Futuras para Whiteboards
As tendências futuras para whiteboards incluem a integração de inteligência artificial e realidade aumentada, que prometem transformar a forma como interagimos com essas ferramentas. A personalização e a adaptação às necessidades específicas de cada usuário também estão em alta, com o objetivo de tornar a experiência de uso ainda mais intuitiva e eficaz. Essas inovações visam melhorar a colaboração e a criatividade em diversos contextos.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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