Winner
O que é Winner?
Winner é um termo que se refere a um vencedor, alguém que alcançou um objetivo ou superou desafios em diversas áreas, como negócios, esportes e competições. No contexto de serviços, ser um “winner” implica em oferecer soluções que se destacam no mercado, proporcionando valor real aos clientes e superando a concorrência. A busca pela excelência e pela inovação é fundamental para se tornar um verdadeiro winner em qualquer segmento de atuação.
Características de um Winner
Um winner possui características marcantes que o diferenciam dos demais. Entre essas características, destacam-se a determinação, a resiliência e a capacidade de adaptação. Esses indivíduos ou empresas estão sempre em busca de melhorias e não têm medo de enfrentar desafios. Além disso, um winner é capaz de inspirar outros ao seu redor, criando um ambiente positivo e motivador que impulsiona o sucesso coletivo.
Como se Tornar um Winner no Mercado de Serviços
Tornar-se um winner no mercado de serviços exige uma combinação de estratégia, inovação e foco no cliente. É essencial entender as necessidades do público-alvo e oferecer soluções personalizadas que atendam a essas demandas. Investir em treinamento e capacitação da equipe também é crucial, pois um time bem preparado é um dos pilares do sucesso. Além disso, a análise constante da concorrência e das tendências de mercado pode ajudar a identificar oportunidades de crescimento.
A Importância da Inovação para Ser um Winner
A inovação é um dos principais fatores que distingue um winner em qualquer setor. No mercado de serviços, isso pode significar a adoção de novas tecnologias, a implementação de processos mais eficientes ou a criação de serviços exclusivos que atendam a nichos específicos. Empresas que se mantêm atualizadas e dispostas a experimentar novas abordagens têm mais chances de se destacar e se consolidar como líderes em seus segmentos.
O Papel da Experiência do Cliente para um Winner
A experiência do cliente é um aspecto fundamental para qualquer empresa que aspire a ser um winner. Proporcionar um atendimento excepcional, ouvir o feedback dos clientes e fazer melhorias contínuas são práticas que ajudam a construir relacionamentos duradouros. Um cliente satisfeito não apenas retorna, mas também se torna um defensor da marca, recomendando os serviços a amigos e familiares, o que é vital para o crescimento sustentável do negócio.
Estabelecendo Metas para se Tornar um Winner
Definir metas claras e alcançáveis é uma estratégia eficaz para se tornar um winner. Essas metas devem ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais (SMART). Ao estabelecer objetivos bem definidos, as empresas podem direcionar seus esforços e recursos de maneira mais eficaz, monitorando o progresso e ajustando as estratégias conforme necessário. Isso cria um ciclo de melhoria contínua que é essencial para o sucesso a longo prazo.
O Impacto da Cultura Organizacional em um Winner
A cultura organizacional desempenha um papel crucial na formação de um winner. Uma cultura que valoriza a colaboração, a inovação e o aprendizado contínuo cria um ambiente propício para o crescimento e a excelência. Empresas que promovem uma cultura positiva tendem a ter funcionários mais engajados e motivados, o que se traduz em um melhor desempenho e em resultados superiores. Portanto, cultivar uma cultura forte é um passo fundamental para se destacar no mercado.
Networking e Parcerias: Caminhos para se Tornar um Winner
O networking e a formação de parcerias estratégicas são essenciais para qualquer empresa que deseja se tornar um winner. Estabelecer conexões com outros profissionais e empresas pode abrir portas para novas oportunidades, colaborações e troca de conhecimentos. Participar de eventos do setor, conferências e workshops é uma excelente maneira de expandir a rede de contatos e fortalecer a presença no mercado, contribuindo para o crescimento e a visibilidade da marca.
Medindo o Sucesso de um Winner
Medir o sucesso é fundamental para entender se uma empresa está realmente se destacando como um winner. Isso pode ser feito através de indicadores de desempenho, como a satisfação do cliente, o crescimento da receita e a participação de mercado. Ferramentas de análise e feedback são essenciais para monitorar esses indicadores e fazer ajustes nas estratégias conforme necessário. Um winner está sempre atento aos resultados e busca maneiras de melhorar continuamente.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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