Working hours
Definição de Working Hours
Working hours, ou horas de trabalho, referem-se ao período em que um empregado está oficialmente disponível para realizar suas atividades profissionais. Este conceito é fundamental para a gestão de recursos humanos, pois define não apenas a carga horária semanal, mas também as expectativas de produtividade e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. As working hours podem variar significativamente entre diferentes setores e países, influenciadas por legislações locais e políticas corporativas.
Importância das Working Hours
As working hours são cruciais para a organização do trabalho e para a satisfação dos colaboradores. Estabelecer um horário claro ajuda a otimizar a produtividade, garantindo que os funcionários saibam exatamente quando devem estar disponíveis. Além disso, um bom gerenciamento das horas de trabalho pode contribuir para a redução do estresse e do burnout, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e equilibrado.
Legislação sobre Working Hours
No Brasil, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) regula as working hours, estabelecendo limites e direitos para os trabalhadores. A jornada padrão é de 44 horas semanais, com a possibilidade de horas extras, que devem ser remuneradas com um adicional. É importante que as empresas estejam atentas à legislação vigente para evitar problemas legais e garantir o bem-estar de seus colaboradores.
Flexibilidade nas Working Hours
Nos últimos anos, muitas empresas têm adotado modelos de trabalho flexíveis, permitindo que os funcionários escolham suas working hours. Essa abordagem pode aumentar a satisfação e a produtividade, pois permite que os colaboradores ajustem suas jornadas de acordo com suas necessidades pessoais. No entanto, é essencial que as empresas estabeleçam diretrizes claras para garantir que a flexibilidade não comprometa a eficiência operacional.
Working Hours e Produtividade
A relação entre working hours e produtividade é um tema amplamente debatido. Estudos mostram que jornadas excessivamente longas podem levar à diminuição da eficiência e à queda na qualidade do trabalho. Por outro lado, uma carga horária bem definida, com intervalos adequados, pode maximizar o desempenho dos colaboradores, resultando em melhores resultados para a empresa.
Impacto das Working Hours na Saúde Mental
As working hours têm um impacto significativo na saúde mental dos trabalhadores. Jornadas muito longas ou mal estruturadas podem contribuir para o estresse, ansiedade e outros problemas psicológicos. Portanto, é fundamental que as empresas implementem políticas que promovam um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, garantindo que os colaboradores tenham tempo suficiente para descansar e se recuperar.
Trabalho Remoto e Working Hours
Com o aumento do trabalho remoto, as working hours passaram a ser mais flexíveis, mas também mais desafiadoras. A linha entre trabalho e vida pessoal pode se tornar borrada, levando a um aumento das horas trabalhadas. É essencial que tanto empregadores quanto empregados estabeleçam limites claros para as working hours, a fim de preservar a saúde e o bem-estar dos colaboradores.
Como Gerenciar Working Hours
Gerenciar as working hours de forma eficaz envolve o uso de ferramentas e técnicas que ajudem a monitorar e otimizar a carga horária dos colaboradores. Softwares de gestão de tempo, como aplicativos de controle de ponto, podem ser úteis para registrar as horas trabalhadas e garantir que os funcionários estejam cumprindo suas jornadas de forma adequada. Além disso, promover uma cultura de feedback e comunicação aberta pode ajudar a identificar e resolver problemas relacionados à carga horária.
Working Hours e Cultura Organizacional
A forma como as working hours são estruturadas pode refletir a cultura organizacional de uma empresa. Organizações que valorizam a flexibilidade e o equilíbrio tendem a ter políticas de trabalho mais adaptáveis, enquanto aquelas com uma abordagem mais rígida podem enfrentar desafios em termos de retenção de talentos. Portanto, é importante que as empresas considerem como suas práticas de horas de trabalho afetam a cultura e a satisfação dos colaboradores.
Futuro das Working Hours
O futuro das working hours está em constante evolução, impulsionado por mudanças tecnológicas e sociais. A automação e a inteligência artificial estão transformando a forma como o trabalho é realizado, permitindo que as empresas repensem suas abordagens em relação às horas trabalhadas. Além disso, a crescente demanda por equilíbrio entre vida pessoal e profissional sugere que as working hours continuarão a ser um tema central nas discussões sobre o futuro do trabalho.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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