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Working prototype

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O que é um Working Prototype?

Um working prototype é uma versão funcional de um produto ou serviço que permite testar e validar conceitos antes de seu desenvolvimento final. Este tipo de protótipo é essencial para identificar falhas, coletar feedback e realizar ajustes necessários, garantindo que o produto atenda às expectativas dos usuários e do mercado. Ao criar um working prototype, as equipes de desenvolvimento podem simular a experiência do usuário e avaliar a viabilidade técnica do projeto.

Importância do Working Prototype no Desenvolvimento de Produtos

A criação de um working prototype é uma etapa crucial no processo de desenvolvimento de produtos, pois permite que as empresas visualizem e testem suas ideias em um formato tangível. Isso não apenas ajuda a economizar tempo e recursos, mas também minimiza o risco de falhas no lançamento do produto final. Além disso, um protótipo funcional pode ser utilizado para atrair investidores e parceiros, demonstrando o potencial do produto de forma prática e convincente.

Tipos de Working Prototypes

Existem diferentes tipos de working prototypes, cada um com suas características e finalidades. Os protótipos de baixa fidelidade, como maquetes e wireframes, são usados para testar conceitos iniciais, enquanto os protótipos de alta fidelidade, que incluem funcionalidades quase completas, são utilizados para testes mais avançados. A escolha do tipo de protótipo depende do estágio do projeto e dos objetivos específicos da equipe de desenvolvimento.

Processo de Criação de um Working Prototype

O processo de criação de um working prototype geralmente envolve várias etapas, começando pela pesquisa e definição de requisitos. Em seguida, a equipe deve esboçar ideias e criar um design inicial, seguido pela construção do protótipo em si. Após a construção, é essencial realizar testes com usuários reais para coletar feedback e identificar áreas de melhoria. Esse ciclo de iteração é fundamental para refinar o produto antes do lançamento final.

Ferramentas para Desenvolvimento de Working Prototypes

Existem diversas ferramentas disponíveis para ajudar na criação de working prototypes. Softwares como Figma, Sketch e Adobe XD são populares para design de interfaces, enquanto ferramentas como InVision e Axure permitem a criação de protótipos interativos. A escolha da ferramenta ideal depende das necessidades específicas do projeto e das habilidades da equipe de desenvolvimento.

Benefícios de Usar um Working Prototype

Os benefícios de utilizar um working prototype são numerosos. Primeiramente, ele permite uma melhor comunicação entre as partes interessadas, pois todos podem visualizar e entender o produto em desenvolvimento. Além disso, o protótipo ajuda a identificar problemas de usabilidade e funcionalidade antes que o produto final seja produzido, economizando tempo e recursos. Por fim, a validação de ideias com um protótipo pode aumentar a confiança da equipe e dos investidores no projeto.

Desafios na Criação de Working Prototypes

Embora a criação de um working prototype traga muitos benefícios, também apresenta desafios. Um dos principais desafios é equilibrar a funcionalidade e a simplicidade do protótipo, garantindo que ele seja suficientemente robusto para testes, mas não tão complexo que consuma tempo excessivo de desenvolvimento. Além disso, é fundamental gerenciar as expectativas das partes interessadas, que podem ter visões diferentes sobre o que o protótipo deve representar.

Testes e Validação de um Working Prototype

Os testes são uma parte crítica do processo de desenvolvimento de um working prototype. É importante realizar testes com usuários reais para obter feedback sobre a usabilidade e a funcionalidade do protótipo. A validação deve ser um processo contínuo, onde as informações coletadas são utilizadas para fazer ajustes e melhorias. Esse feedback é vital para garantir que o produto final atenda às necessidades do mercado e dos usuários.

Exemplos de Working Prototypes em Diversos Setores

Os working prototypes são utilizados em diversos setores, desde tecnologia até saúde e educação. Por exemplo, empresas de tecnologia frequentemente criam protótipos de aplicativos móveis para testar a interface do usuário e a experiência geral. No setor de saúde, protótipos de dispositivos médicos são desenvolvidos para garantir que atendam aos padrões de segurança e eficácia. Esses exemplos demonstram a versatilidade e a importância dos protótipos funcionais em diferentes contextos.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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