Arquitetura
A história sombria da casa mais assombrada dos EUA | Casas
Segundo informações da AD EUA, em 1965, um casal, Ron e Louise DeFeo, se mudou do Brooklyn para a casa, com os filhos. Eles viveram no local por nove anos, até que em novembro de 1974, o filho mais velho dos DeFeo, Ronald Jr., então com 23 anos, assassinou os outros membros da família, incluindo o pai, a mãe e os quatro irmãos, com um rifle, enquanto dormiam. Ele foi capturado, julgado e condenado a seis penas consecutivas de 25 anos a prisão perpétua.
Após o crime que a tornou famosa, a residência foi comprada por um casal, George e Kathy Lutz, em dezembro de 1975. Segundo consta, eles foram informados pelo corretor de imóveis sobre os assassinatos, mas não se mostraram incomodados com o passado da residência. Os novos proprietários e seus três filhos se mudaram em 18 de dezembro. Entretanto, eles ficaram apenas 28 dias no local.
Mesmo sob dúvidas, a experiência dos Lutz, contada no livro de Jay Anson, lançado em 1977, foi adaptada para o cinema. “The Amityville Horror” estreou em julho de 1979 e foi o segundo filme de maior bilheteria daquele ano. Em 2005, a história foi refilmada, com Ryan Reynolds e Melissa George interpretando George e Kathy Lutz. Os fatos também serviram de inspiração para outras franquias de terror, como o filme “Invocação do Mal 2“.
No geral, a história gerou pelo menos 45 filmes, continuações e produções inspiradas no original. No que diz respeito à residência, hoje, ela não tem mais a mesma aparência que na década de 1970, pois proprietários seguintes fizeram várias alterações ao longo do tempo. As famosas janelas semicirculares do terceiro andar, que pareciam olhos ameaçadores, por exemplo, foram removidas e substituídas por janelas retangulares, a piscina foi aterrada, a casa de barcos reformada e uma segunda varanda envidraçada foi adicionada na parte de trás da moradia.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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