Arquitetura
Apartamento Havaí / Lucas Jimeno Dualde

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- Área:
203 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Borge Mogensen, Casa antigua zellig, Freijó, Joaquim Tenreiro, Lucas Jimeno Dualde, Portobello, Sérgio Rodrigues, Zanine Caldos

Descrição enviada pela equipe de projeto. Há uma sensação de resistência silenciosa no apartamento que Lucas Jimeno Dualde projetou para um jovem casal em Sumarezinho em São Paulo. Não é o tipo de espaço que insiste em ser notado. Em vez disso, ele atrai lentamente.

O hall de entrada em formato de caixa, leva para uma conversa já em andamento, nada aqui é excessivamente precioso. Com uma fluidez quase desafiadora — sem portas entre as salas de estar, a cozinha e a sala de brincar. É uma casa que se abre dando acesso ao espaço privado, mas nunca fechado. A luz entra pelas janelas de uma forma que parece deliberada, lançando sobre a mobília um brilho suave.


Você percebe o equilíbrio primeiro, como cada peça de mobília parece sustentar seu próprio peso, mas nunca domina o ambiente. Há contenção na paleta — tons de pedra, madeiras, cores cálidas. Dualde não exige que você olhe; não é sobre a procura do desenho, em vez disso, ele convida a sentir, a notar o toque caloroso da madeira tauari no piso, a textura mineral nas paredes e no teto, o fresco ladrilho hidráulico no piso da cozinha, e cerámicas na bancada, as pastilhas em dois tamanhos no banheiro, a madeira freijó dos móveis desenhados especialmente para a casa.


É tudo sobre contraste, como o espaço existe entre duro e suave, luz e sombra, a maneira como o moderno e o vernacular acontecem, porém sem nunca tomarem o centro do palco. Para o arquiteto e designer espanhol radicado em São Paulo, o poder do design não está no que você vê, mas no que você quase perde: as transições entre os ambientes, a maneira como uma linha ou uma curva pode puxá-lo para a frente sem que você perceba.



Na primeira sala, tudo é orientado pela lareira em linhas planas que viram bancada. Poltronas de Zanine Caldas e pinturas de Lorenzatto. Na sala de jantar uma grande mesa desenhada para a casa e cadeiras em freijó e palhinha, na sala ao lado, um grande espaço de vida, com aparador suspenso feito em nos mesmos materiais que aparecem também na cadeira de Joaquim Tenreiro, e um grande sofá em tecido sugerindo que ali passa-se muito tempo. Pousados na bancada, pedras, escultura do alto peru vernacular, e tela de Lorenzatto oferecem uma quietude cerimonial. A sala de brincar é mobiliada na escala de uma criança e a cortina bordada por artesãs do nordeste do país, filtra a luminosidade e ilustra o interior do Brasil nas festas juninas.

A cozinha é mais do que um lugar para cozinhar. Desde o azulejo em tom antigo das bancadas até os armários de palha que captam a luz e de alguma forma parecem antigos e contemporâneos. Tudo aqui fala na linguagem do artesanato cuidadoso, a carpintaria meticulosa da mesa de refeições, o sofá projetado para este mesmo espaço, peças que parecem estar sempre esperando por este momento, esta família. Pequenos objetos, uma peça de cerâmica Brennand, um bule de chá japonês, suas histórias e como eles seguram o tempo.


No corredor a caminho dos quartos, a Cadeira Curva de Joaquim Tenreiro é uma declaração. O quarto traz o necessário, a cama que acolhe, o painel de cabeceira, as mesas laterais, a luminária e a poltrona. Um aparador lateral e o espelho dobrável ocupam o lugar da penteadeira. Armários de madeira e palha, que escondem acessos ao banheiro, o qual acompanha o mesmo raciocínio, a madeira da bancada e as cores claras.

Do lado de fora, a vista se estende até as montanhas da Cantareira, um lembrete de que a cidade, com todo o seu caos, está logo além das cortinas. Não era um espaço fácil de trabalhar, o edifício em si sem muito charme, o layout apresentando desafios que exigiam respeito pela estrutura existente. Mas é aí que Dualde se destaca, transformando limitações em poesia. E nessa simplicidade, há uma espécie de graça.

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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
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Fonte: Casa Vogue
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