Arquitetura
Apartamento Higienópolis G&AC / Felipe SS Rodrigues

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- Área:
270 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Ana Luiza Wawelberg, Apartamento 61, Clatt, Dpot, Fanucchi Tapetes, Micasa, Pedras Bellas Artes, Peças vintage, Toque Final

Descrição enviada pela equipe de projeto. Um casal, ele incorporador e ela empreendedora, com dois filhos pequenos, decidiram reformar seu apartamento em Higienópolis para que fosse atualizado seguindo um novo contexto familiar. O projeto de reforma do apartamento também seguiu a conclusão do projeto da casa de campo e dos escritórios de ambos; por coerência espacial o apartamento completou o ciclo. Nesta ocasião buscamos renovar o imóvel com um projeto que valorizasse as dimensões originais dos ambientes.

Passada uma década do projeto anterior de reforma, do FGMF Arquitetos, com os filhos já mais crescidos, e a vida em um outro contexto social mais abrangente – receber se tornou usual –, apostaram em um projeto mais elementar, com mais lugares à mesa e espaço de estar generoso. Anteriormente, a sala havia sido parcelada em seções, neste projeto, um longo tapete tira partido do comprimento do ambiente.



As principais intervenções foram: remover a marcenaria que seccionava o salão em duas partes, criar uma base neutra para receber peças de marcenaria desenhadas especialmente para o estar – um aparador, um bar e móvel de TV – em madeira imbuia; o piso foi devidamente restaurado.

A sala possui uma planta em ‘L’. Aos estudarmos as possibilidades de distribuição, entendemos que seria mais interessante tirar partido do comprimento deste ‘L’ ao invés da largura dele. Fizemos um longo tapete retangular para o estar e o jantar, e um tapete orgânico para a TV, justamente para reforçar esta distinção de desenho dos ambientes.

No Estar principal: Sobre o tapete retangular da Fanucchi Tapetes, um sofá da Micasa que foi reformado e recebeu almofadas desenhadas pelo arquiteto. Um par de poltronas John Graz e um par de poltronas Lia de Sergio Rodrigues, ambos da Dpot, também bancos do Sergio Rodrigues, o Magrini, Mocho e Sônia, da Dpot. As mesas de centro e laterais são peças garimpadas. Se destacam dois bancos Guarujá desenho de Aurelio Martinez Flores, recém reeditados pela Apartamento 61.

Par de abajures Ana Luiza Wawelberg. Cortinas de linho Toque Final. Iluminação da Cia de Iluminação. Conjunto com 10 cadeiras Cesca de Marcel Breuer existentes. Mesa projetada pelo arquiteto especialmente para o projeto. Tampos de pedras da marmoraria Pedra Bellas Artes finalizam o aparador e o bar – Quartizito Taj Mahal polido e Quartzito Marinace Vermelho Anticato, respectivamente. No estar de TV, um sofá Mole de Sergio Rodrigues, reedição da Dpot e uma poltrona Beg original do mesmo autor.

Poltrona da varanda em ferro maciço e rami natural trançado, luminária de piso verde e revisteiro dos anos 1950, de autorias desconhecidas. Bancos de Sérgio Rodrigues com atenção especial a almofada do Mocho que recebeu um tecido bordado especial. O tapete orgânico da Clatt foi confeccionado a partir de um molde feito no lugar; ele amarra este conjunto da TV. Na copa, foi executado um banco e mesa de autoria do arquiteto, cadeiras Serafina de Fernando Jaeger revestidas em veludo verde musgo, luminária vintage de autoria desconhecida. Todas as portas receberam maçanetas cilíndricas, desenho do arquiteto Isay Weinfeld.

A decoração foi concebida com muito rigor, poucas peças sobre fundo neutro. Mesmo com a existência de um acervo do casal, com mais de 200 obras de arte, colocamos poucos quadros nas paredes, de modo que as mesmas não se tornassem um display de suas aquisições. A parede maior, branca, com 5m, recebeu uma única obra com listras brancas de Bruno Baptistelli, em uma das extremidades. Existe uma certa objetividade em detalhes – descartamos rodapés embutidos e tabicas, estes encarados como um rococó-minimalista.

Arte: Em cima do aparador de jantar Rodolfo Pitarello (vermelho e azul) e Cruz Diez. O branco solitário na grande parede, de Bruno Baptistelli (branco). Próximo da entrada e sala de TV, Rodrigo Cass (amarelo e o outro laranja). Na copa, o conjunto é de Felipe Cohen.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
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