Entretenimento
Backstreet Boys, no The Town, abraça cafonice e viaja para tempos mais simples
LAURA LEWER
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Estrelas e galáxias preenchem o telão do Skyline, palco principal do festival The Town, na noite desta sexta-feira (12). Silhuetas se formam enquanto esferas coloridas viajam pelo espaço. A música épica para, faíscas explodem e cinco homens aparecem no palco enquanto gritos se espalham pela plateia.
“Larger Than Life”, um dos grandes hits da banda que tem vários deles, o Backstreet Boys, é a primeira música a ser tocada no que foi o show mais nostálgico visto nesta edição do festival no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
A apresentação seguiu toda a cartilha de show de uma boy band raiz. Gritos de “lindo”, passos de dança de décadas atrás, vocais harmonizados, incontáveis agudos, dedinhos estalando no ritmo das músicas e presentes jogados no palco dominaram a noite. Teve até um momento de entrega de disco de ouro para o grupo no palco. Por quase duas horas, tudo cheirou a anos 1990.
A boy band mais antiga em atividade começou sua apresentação para um público que claramente a acompanhou em seu momento de auge, perto da virada do milênio. Hits eram identificados nos primeiros acordes e respondidos com berros saudosos, de quem associava aquelas canções a memórias.
Foi assim com faixas como “It’s Gotta Be You”, “I’ll Be the One” e “I Want it That Way”. Todas elas fazem parte do “Millennium”, álbum de 1999 que o grupo atualmente celebra em uma residência em Las Vegas, na casa de shows The Sphere –uma arena de quase 360° revestida por uma enorme tela de LED.
Quando foi lançado, o álbum que ganhou uma versão remasterizada neste ano fez um sucesso descomunal. Aqueles hits, junto aos dos discos anteriores, o homônimo e o “Backstreet’s Back”, de 1996 e 1997, respectivamente, definiram alguns padrões no curso da música pop.
A banda criou um legado estético, vocal e de produção que desemboca diretamente em boy bands mais recentes, como One Direction e Jonas Brothers, que tentaram atualizar a fórmula criada pelo quinteto -às vezes até recorrendo às mesmas canetas que contribuíram para o repertório do grupo.
Embora pareça, o show não é um retorno ou uma apresentação pontual, como as que têm pipocado desde que o mundo saiu nostálgico da pandemia de Covid-19. A verdade é que, apesar da trajetória errática, os Backstreet Boys nunca foram embora –eles passaram 32 anos mergulhados nessas canções.
A banda nasceu em 1993, quando o empresário Lou Pearlman, que mais tarde também produziria o ‘N Sync, abriu um chamado convocando pessoas para formar uma banda que uniria o som do Boyz II Men ao visual do New Kids on the Block. Os jovens A.J. McLean, Howie Dorough, Brian Littrell, Nick Carter e Kevin Richardson foram escolhidos para a missão.
Entre carreiras solo, um período de seis anos sem Kevin, processos por fraude contra Pearlman e altos e baixos, o grupo continuou lançando álbuns e músicas com efeito bem distante do que experimentou em seu auge. Mas, no geral, se manteve unido e desviou de polêmicas que costumam rondar bandas de grande sucesso.
O grupo esteve no Brasil com certa frequência ao longo desses anos, inclusive em escolhas curiosas. Em 2020, por exemplo, decidiu fazer três shows por aqui -um no Rio, outro em São Paulo e o terceiro na cidade mineira de Uberlândia, que não é exatamente um destino tradicional de bandas estrangeiros.
Dessa vez chega aqui em fase mais regular, assumidamente pautada na nostalgia de suas músicas. Apesar do ar de decadência inevitável que há em grupo que até tentou, mas nunca conseguiu atualizar de verdade seu repertório, eles aparecem dignos no palco.
Hoje com seus 40 e 50 anos, os integrantes souberam encontrar algum meio termo entre aqueles jovens que povoaram os sonhos de meninas e meninos adolescentes e quem eles se tornaram. Os Backstreet Boys de agora vivem de nostalgia, é certo, mas chegam a brincar com isso. A.J., por exemplo, comentou que restou pouco cabelo para ele, e Brian agradeceu ao público por manter o emprego deles.
Apesar da apresentação guiada pelo álbum mais famoso, o grupo também passou por hits de outros trabalhos, caso de “As Long as You Love Me”, “Shape of My Heart”, “The Call”,”Get Down (You’re the One For Me”)” e “Everybody (Backstreet’s Back)”, que teve seu começo misturado com um trecho de “Seven Nation Army” dos White Stripes e fechou a apresentação.
Também dedicou parte do repertório a faixas que eles chamaram de lado B, como “Back to Your Heart”, “Spanish Eyes”, “No One Else Comes Close” e “The Perfect Fan”. Apesar do esforço para contemplar todas as músicas do “Millennium”, o momento abaixou a energia na apresentação por algum tempo.
Para os que cresceram nos anos 90 e 2000, foi uma apresentação com cara de dias mais simples. Um tempo sem internet e com a busca por músicas em estações de rádio, encartes de CDs, clipes da MTV e revistas adolescentes com pôsteres dos galãs da vez.
É um pop descarado e assumidamente cafona, sem a preocupação de ser conceitual em nenhuma medida. Este é um dos trunfos dos Backstreet Boys de agora. O público abraçou isso no espaço-tempo criado nesta noite, realizando o desejo que a banda canta num de seus maiores sucessos, a melosa “Quit Playing Games (With My Heart)” -o de querer voltar no tempo por mais impossível que isso pareça.
Entretenimento
Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
Entretenimento
Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
Entretenimento
Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura7 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes





