Arquitetura
Cabana Kenmore / CARD | ArchDaily Brasil

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A filosofia central deste projeto foi fazer mais com menos, revitalizando uma casa da década de 1960 por meio de um projeto inteligente e econômico. Em vez de substituir, a abordagem focou na reutilização, dando nova vida à estrutura existente.


Aproveitando o clima favorável de Brisbane, o projeto introduz um espaço externo protegido das intempéries que se estende perfeitamente pela área da casa. Esta cabana recém-integrada cria uma zona de convivência flexível para cozinhar, socializar e relaxar, enquanto emoldura vistas selecionadas da paisagem ao redor.



O projeto está situado no subúrbio arborizado de Kenmore, em Brisbane, conhecido por sua arquitetura modernista da metade do século e seus arredores naturais exuberantes. Inspirando-se no patrimônio arquitetônico de Queensland, o design da cabana faz referência ao deck, por suas proporções gerais e detalhes em madeira. O uso de madeira natural garante que a estrutura se misture perfeitamente com a paisagem circundante, reforçando sua identidade como uma extensão do jardim e um espaço externo convidativo e funcional.

O projeto fez parte de uma renovação maior que incentivou uma conexão direta com o jardim, deslocando as áreas de estar para o norte e os quartos para o sul, claramente delineados por uma parede contínua de marcenaria. Esta parede contém a cozinha, lareira, estantes, área de entrada e serviços, com portas embutidas e ocultas que escondem o acesso aos quartos e ao corredor.

Com essas renovações e o pavilhão externo, uma casa escura e introvertida, foi convertida em um espaço funcional, iluminado e social. Um local flexível e adaptável – a cabana pode ser utilizada para uma variedade de atividades, como oferecer refeições ao ar livre e socializar.

Iniciativas de Sustentabilidade. Nossa ideia se concentra na redução do impacto ambiental, preservando e reutilizando a estrutura original do pós-guerra, que possui uma base sólida. Sempre que possível, materiais existentes foram mantidos e reutilizados, como o piso de terracota, que pertencia à casa original. Partes do azulejo também foram recuperadas de projetos anteriores, e os forros de cedro vermelho foram obtidos das sobras de um canteiro de obras próximo. As floreiras foram construídas com vigas recuperadas da pérgola original, o canteiro elevado foi feito com tijolos reaproveitados dos caminhos que cercam a casa e o galinheiro com cedro reciclado e estrutura da parede antiga. A nova pérgola foi construída com madeiras sustentáveis, especificamente escolhidas por seu baixo impacto ambiental. Um sistema de energia solar de 6,6 kW, composto por 20 painéis montados no telhado, também foi incorporado.
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Fonte: Archdaily
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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