Arquitetura
Café & Restaurante Phum Sambo / Khoan + Partners

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- Área:
680 m²
Ano:
2025

Renovação com Reverência: Dando Vida à Estrutura – Quando encontramos o edifício pela primeira vez, ele era apenas uma estrutura de concreto inacabada, de caráter puramente utilitário, com geometria marcante e grande potencial, mas fria e desconectada do entorno. Este projeto representa uma renovação cuidadosa dessa estrutura existente — um esqueleto ousado, porém bruto, que antes se erguia apenas como forma funcional. Em vez de demolir ou esconder o que já existia, a abordagem arquitetônica se baseou no respeito: um processo de adaptação, aprimoramento e contenção. O resultado é uma transformação cuidadosamente orquestrada, que devolve vida à estrutura original e a conecta de forma profunda à natureza, ao clima e ao conforto humano.

O edifício existente era um rígido enquadramento de concreto: lajes, pilares e vigas expostos formando uma malha estrutural. Possuía força e clareza, mas carecia de calor, propósito e habitabilidade. Optamos por não alterar seus ossos, mas sim por “reenquadrá-los” — no sentido literal e também no figurado. A estratégia central foi celebrar a integridade da estrutura original, sobrepondo a ela novos elementos capazes de suavizar sua presença, melhorar seu desempenho ambiental e criar uma experiência espacial mais acolhedora.


A madeira foi introduzida como contraponto ao concreto — leve, quente e tátil. Brises móveis, guarda-corpos, forros e revestimentos de madeira foram integrados com cuidado, conferindo ritmo e calor ao rígido esqueleto. Esses acréscimos não têm função apenas estética: desempenham papel climático essencial, oferecendo sombra e filtrando a luz tropical ao longo do dia. O uso da madeira devolve escala humana ao edifício, convidando ao toque e à interação com suas superfícies e transições.


Uma das intervenções mais marcantes foi o uso da vegetação como material de projeto. Trepadeiras e plantas pendentes foram incorporadas à composição arquitetônica, caindo das bordas das lajes e envolvendo elementos estruturais. Essas espécies funcionam como filtros vivos, resfriando o ar, projetando sombras dinâmicas e desfazendo as fronteiras entre o construído e o natural. O edifício passa a ser moldura para a natureza, e não uma barreira contra ela.

Do ponto de vista espacial, a renovação privilegia a abertura e a permeabilidade. O térreo foi concebido como um espaço sombreado e ao ar livre, que se integra sem barreiras à paisagem. Essa configuração aproveita a ventilação cruzada natural e reduz a dependência de sistemas mecânicos de climatização. No pavimento superior, estratégias passivas de sombreamento, isolamento de cobertura verde e iluminação filtrada garantem conforto térmico mesmo no clima tropical.


Este projeto transforma uma estrutura abandonada em um pavilhão arquitetônico sereno, sem apagar sua história. Mostra que a renovação, quando feita com intenção e sensibilidade, pode criar espaços mais significativos e enraizados do que começar do zero. Ao trabalhar com o que já existe, o projeto preserva a memória presente nos materiais, ao mesmo tempo que permite que nova vida floresça por meio deles. Em essência, A Moldura Viva é uma narrativa de transformação silenciosa — um exemplo de renovação sustentável enraizada no contexto, no clima e no caráter, onde a arquitetura escuta antes de falar, e cresce em vez de substituir.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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