Arquitetura
Cafeteria The Rubber.er / SA-ARD studio

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Rubber(er) é um café modesto, porém cheio de personalidade, localizado em Rayong, na Tailândia — uma região profundamente ligada à indústria da borracha. O projeto transforma a memória da fábrica de borracha administrada pela família do proprietário em um espaço público contemporâneo, que articula hospitalidade, patrimônio local e clareza arquitetônica.

Em vez de criar um café inteiramente novo, os arquitetos encararam o projeto como uma oportunidade de preservar e reinterpretar o passado industrial do local. O resultado é uma estrutura térrea, com 20 metros de comprimento, que evoca de maneira sutil a forma e a atmosfera dos antigos armazéns de processamento de borracha, ao mesmo tempo em que introduz uma linguagem espacial mais suave e refinada, adequada à cultura contemporânea dos cafés.

Conceito e Abordagem Arquitetônica – O design inspira-se na trajetória do proprietário — uma família que, há gerações, opera uma cadeia completa de produção de borracha, incluindo plantações, laminação de folhas e casas de secagem. Para SA-ARD, o novo café torna-se um pequeno museu arquitetônico, que revela o patrimônio da fabricação da borracha ao mesmo tempo em que funciona como espaço comunitário. Mais de 80% dos materiais da fábrica original foram reutilizados e reconfigurados em uma composição contemporânea, mais limpa e precisa. O telhado baixo e alongado, os grandes beirais e a estrutura de aço aparente definem uma silhueta serena, que ancora o volume na vasta paisagem industrial.


Estratégia de Materiais: Memória Embutida na Construção – A materialidade desempenha um papel central na narrativa do projeto. Todo o envoltório é construído com Eco Blocks, feitos de materiais reciclados e marcados por linhas horizontais naturais. Ao alinhar cuidadosamente esses elementos, os arquitetos criaram um padrão sutil, porém marcante, que anima tanto as superfícies internas quanto externas. Os blocos também funcionam como isolamento térmico, reduzindo o consumo de energia e simplificando o processo construtivo. Um grande balcão de concreto constitui o ponto focal do interior do café, complementado por caixilhos de portas, janelas e mobiliário sob medida em madeira. A combinação de concreto, blocos reciclados e madeira reflete a ética do estúdio baseada na honestidade estrutural e na simplicidade material.


Um detalhe particularmente interessante está na construção das paredes. Em vez de vigas de amarração em concreto armado tradicionais, a equipe utilizou Eco Blocks combinados com perfis de aço, permitindo que a estrutura revele suas conexões de forma crua, sem acréscimo de volumes. Essa solução não apenas reduz o uso de materiais, como também evidencia a lógica construtiva e a montagem direta.

Uma Cafeteria que Arquiva o Patrimônio Local – Atrás do café, há uma área expositiva semiaberta que apresenta três máquinas manuais de laminação de borracha, anteriormente utilizadas na produção diária. Acima delas, folhas de borracha seca pendem de uma estrutura metálica, balançando suavemente com a brisa — formando uma instalação poética, ao mesmo tempo educativa e visualmente marcante. Esse espaço convida os visitantes a sentar, observar e aprender sobre o processo de fabricação da borracha. Por meio de gestos simples, o projeto transforma artefatos industriais cotidianos em exposições culturais vivas.

Uma Nova Camada de Vida em um Antigo Local Industrial – Rubber(er) é mais do que um empreendimento comercial. Trata-se de um esforço arquitetônico voltado a reunir, preservar e compartilhar a memória de uma indústria local, ao mesmo tempo em que oferece à comunidade uma atmosfera acolhedora e contemporânea. Por meio de soluções modestas, detalhes cuidadosamente elaborados e uma expressão honesta dos materiais, o café reconecta passado e presente — demonstrando como a arquitetura de pequena escala pode refletir, de maneira significativa, a identidade local.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
7 capitais com o ar mais limpo do mundo
A qualidade geral do ar de um local é medida em uma escala de 0 a 500, conhecida como Índice de Qualidade do Ar (AQI). Números mais baixos indicam ar mais limpo, enquanto uma pontuação mais alta indica mais poluição; um AQI abaixo de 50 é considerado bom, enquanto qualquer valor acima de 300 é classificado como perigoso. Em 2023, apenas sete países atenderam às diretrizes de poluição do ar da Organização Mundial da Saúde: Austrália, Estônia, Finlândia, Granada, Islândia, Maurício e Nova Zelândia.
Para aqueles que desejam escapar da poluição de suas cidades natais, mas ainda desfrutar do conforto urbano, reunimos sete capitais com o ar mais limpo, ou seja, com índices de AQI abaixo de 50, de acordo com a IQAir. (Esses números mudam ao longo do dia. Para obter as pontuações mais atualizadas, confira o ranking ao vivo aqui.) Se você busca ar e água pura, estes são os países com as praias mais limpas do mundo.
Ideal para: Passear pela icônica Ponte Carlos, explorar o Castelo de Praga, que parece saído de um conto de fadas, e caminhar pelas ruas de paralelepípedos da Praça da Cidade Velha. Admire o deslumbrante Relógio Astronômico e desfrute de uma refeição tcheca farta, acompanhada de uma cerveja excepcional, em um pub tradicional.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa Nam / 90odesign | ArchDaily Brasil

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- Área:
81 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. A casa está situada em um terreno de 4,5m x 18m, em uma área urbana recentemente desenvolvida da cidade, onde a densidade do entorno ainda é relativamente baixa. Um amplo espaço verde está localizado logo em frente ao lote, e a equipe de projeto buscou maximizar as vistas para essa área verde frontal, assegurando, ao mesmo tempo, segurança, privacidade e ventilação natural.

Além de três quartos espaçosos, os clientes solicitaram uma ampla sala de estar e jantar, adequada para reuniões familiares, com ênfase na iluminação natural e na integração de elementos verdes como prioridades essenciais.


O volume principal está posicionado no centro do terreno, formando dois pátios, um na frente e outro nos fundos. No interior, a sequência de níveis trabalha em conjunto com uma grande claraboia central, permitindo que a luz e o fluxo de ar penetrem profundamente no espaço interno. No térreo, a escada e a cozinha estão dispostas ao longo de um dos lados, possibilitando que a ventilação flua do pátio frontal para o posterior.

Uma característica marcante do projeto é o forro curvo em madeira artificial, que se estende de forma contínua do interior para a varanda externa. A fachada frontal incorpora vegetação em camadas no portão de entrada, na varanda e no terraço da cobertura, enquanto a fachada posterior também integra plantas no exterior das janelas. Essas camadas verdes filtram a incidência direta do sol e contribuem para a manutenção de um ambiente interno mais fresco.


Ao longo do projeto, a equipe concentrou-se na sustentabilidade e na praticidade, moldando cada espaço às necessidades cotidianas dos clientes, ao mesmo tempo em que mantém a casa bem iluminada, naturalmente ventilada e intimamente conectada à natureza.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Edifício Residencial 130 William / Adjaye Associates

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“A visão da Adjaye Associates, aliada à experiência e à engenhosidade da Lightstone, estabeleceu um novo padrão para a vida residencial. Esses lares oferecem um santuário sereno para um público de paladar exigente, e a resposta de nossos novos residentes tem sido extremamente positiva.” Scott Avram, Vice-Presidente Sênior de Desenvolvimento, Lightstone.


130 William é a primeira torre residencial de grande altura da Adjaye Associates nos Estados Unidos. Com 244 metros de altura, o condomínio de luxo de 66 andares insere-se com elegância na densa paisagem urbana de Manhattan, esculpindo uma silhueta singular no icônico horizonte da cidade. Concebido como uma microcidade vertical, o programa do edifício inclui uma nova praça pública, comércio no térreo, dois generosos pavimentos de áreas comuns — com clube de saúde, centro fitness, cinema e terraços ao ar livre —, residências que variam de um a quatro dormitórios e um deck de observação na cobertura, compondo uma infraestrutura completa que apoia a vida comunitária e redefine as possibilidades do bairro urbano vertical.


O projeto de Adjaye Associates celebra o contexto de Lower Manhattan por meio de uma fachada de concreto moldado à mão, evocando o artesanato em alvenaria dos históricos arranha-céus do bairro. As texturas rugosas do concreto tingido sob medida são equilibradas por detalhes em bronze de acabamento liso, aplicados em todo o edifício. Janelas arqueadas de grande escala, dispostas em um ritmo marcado e inspiradas nas antigas estruturas mercantis que outrora caracterizavam a área, definem a silhueta expressiva do edifício e permitem que a luz natural penetre profundamente nos interiores.


Os apartamentos dos pavimentos superiores contam com amplas galerias duplas que diluem os limites entre interior e exterior, ao mesmo tempo em que oferecem vistas panorâmicas impressionantes da cidade.

De forma singular, o edifício incorpora também uma generosa nova praça pública, um gesto urbano que cria uma condição de transição entre a intensidade da vida na cidade e a tranquilidade dos apartamentos.

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