Arquitetura
Casa Armoua / Fabian Tan Architect

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa Armoua ocupa o lote de ponta de um terraço, com vista para uma linha de copas de árvores e, ao fundo, para a cidade. O projeto nasce de uma situação incomum: inicialmente concebida como uma residência única de três pavimentos, a casa teve seu percurso alterado quando os proprietários adquiriram a unidade vizinha pouco antes da conclusão da obra. As duas construções foram então unificadas e redesenhadas como uma única residência.


A primeira unidade já apresentava uma organização vertical clara, marcada pela presença de um elevador — com as áreas sociais no último pavimento, os dormitórios no primeiro andar e os espaços de serviço no térreo. A unidade anexada ampliou naturalmente essa lógica, incorporando novos quartos, um escritório, uma área de entretenimento, uma academia e um pátio central. Esse pátio torna-se o eixo do conjunto, levando luz e ventilação a ambientes que, de outra forma, seriam profundos e pouco iluminados. A antiga parede entre as duas casas recebeu apenas aberturas pontuais, suficientes para articular os espaços.


A linguagem arquitetônica nasce de uma ideia estrutural simples, inspirada na expressão de colunas e vigas presentes em construções antigas. Enquanto a arquitetura contemporânea tende a ocultá-las, aqui esses elementos são intencionalmente expostos. Na unidade original, vigas profundas correm perpendicularmente à lateral da casa e se projetam como espinhas estruturais, ampliando a sensação de continuidade entre interior e exterior. Na parte ampliada, as vigas avançam longitudinalmente, da frente aos fundos, criando um diálogo sutil e contrastante entre as duas metades do conjunto. O concreto pigmentado em tom rosado foi escolhido como alternativa mais quente e terrosa ao cinza convencional, conferindo à casa o ar de um “castelo monolítico suspenso”, como descreve o arquiteto.



A paisagem assume papel fundamental: um cinturão denso de vegetação envolve o perímetro, funcionando como barreira natural que garante privacidade, reduz a carga térmica e incorpora espécies comestíveis cultivadas pelos proprietários. Soluções sustentáveis — como painéis solares, captação de água da chuva e irrigação automatizada — reforçam essa abordagem ecológica.

À noite, vigas e planos de forro são suavemente iluminados, permitindo que a estrutura permaneça visível desde a rua. No ponto mais alto está o rooftop, um terraço aberto com árvores frutíferas e vistas amplas do horizonte urbano.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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