Arquitetura
Casa Birdwood / Peter Besley

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa Birdwood localiza-se em uma rua que percorre a crista de um dos inúmeros contrafortes do Monte Coot-tha — nome que significa “Lugar do Mel” para os povos tradicionais Turrbal e Jagera.


O projeto da casa assume a forma de uma série de volumes independentes que emergem do terreno íngreme. O deslocamento entre essas partes revela diferentes qualidades dos espaços e da paisagem subtropical. Um grande volume na parte posterior é envolto por um alto brise de tijolos reaproveitados, com aberturas e variações que filtram a luz natural para o interior.


No início do projeto, muitos tijolos e peças de terracota foram recuperados de uma antiga olaria local. Grande parte do material era composta por peças de argila refratária ou cerâmicas utilizadas na metalurgia. Esses elementos únicos foram incorporados à composição da casa como paredes externas, colunas, revestimentos e pavimentação.



A casa explora ideias sobre o reuso de materiais, a convivência entre gerações e o modo de habitar o clima subtropical. Conta com um amplo sistema fotovoltaico, lastro de cobertura reciclado, grandes reservatórios de água de chuva, forros de madeira reaproveitada, alta inércia térmica e a ausência de plásticos, tintas e acabamentos desnecessários. Uma pequena piscina oferece alívio do calor, enquanto o térreo nivelado, o elevador simples e o banheiro acessível garantem conforto para familiares idosos ou com mobilidade reduzida.


No ambiente principal, uma biblioteca totalmente integrada à marcenaria é suspensa do teto e abriga a coleção de livros de história dos moradores. Acima dela, uma estrutura de cobertura em forma de zigurate filtra a luz solar. A biblioteca busca equilibrar o ato íntimo de leitura e estudo com amplas vistas para a paisagem e para a cidade. Na parte posterior, um grande terraço externo conduz à piscina — semelhante a um espelho d’água — que se eleva do terreno como um cilindro autoportante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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