Arquitetura
Casa das Corujas / Goiva

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- Área:
340 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Carbono, Casa Franceza, Cenário 2 , Clami, Construflama, Cremme, Dengô, Fernando Jaeger, Italian Pisos , Ladrilar, Metalcema, Pedras Coimbra, Portobello, REKA, Tokstok, Tramontina, Vasart, Vladimir Boniconte

Descrição enviada pela equipe de projeto. Um jovem casal com um bebê nos procurou o escritório Goiva Arquitetura para transformar uma residência na Vila Madalena, em São Paulo. O maior desejo era viver em um lar com área social convidativa e espaços externos amplos, algo que sentiam falta morando em apartamento, além de cozinha integrada, reforma completa do quarto do casal, um quarto para o filho, um escritório e um cômodo com acesso independente para uso como consultório de psicologia.

O projeto teve como objetivo principal a otimização dos três andares da casa, criando áreas de convivência acolhedoras e multifuncionais. No térreo, a reorganização dos espaços começou com a criação de um novo acesso pelo meio da fachada, resultando em uma sala contínua que conecta estar e jantar. Uma sala de TV mais reservada foi integrada ao ambiente, incluindo um pequeno escritório.


A cozinha foi transformada em uma grande ilha orgânica, cercada pelo suporte necessário, integrando-se às áreas de estar e jantar para formar o espaço social da residência, conforme solicitado pelos moradores.

No nível superior, um terraço social equipado com churrasqueira e configurado como um solário foi projetado para reuniões familiares e encontros sociais. A reforma também incluiu a transformação completa do quarto do casal e do quarto do filho, utilizando tons terrosos e madeira, harmonizando com a decoração do restante da residência. Os banheiros foram renovados com novos revestimentos, tons neutros e madeira, tornando-os mais acolhedores e elegantes.


No subsolo, a antiga área construída deu lugar a um jardim que acessa os quartos. Esse pátio traz iluminação natural para os ambientes ao redor, especialmente para os quartos, que agora contam com um pano de fundo natural. Escadas externas rodeiam o jardim, facilitando o acesso à casa a partir da garagem.

O pórtico da chegada é um dos destaques do projeto, com um jardim e uma caixa de concreto que convidam os visitantes a conhecerem a residência.

A escolha de materiais e paleta de cores carrega referências da arquitetura mexicana, materializada por meio de tons quentes e texturas naturais. Tons de rosa definem a paleta da casa, harmonizados pelas serralherias em corten e marcenaria.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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