Arquitetura
Casa DGB / FOSSATI Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O economista Guilherme Bragança e a designer Danielle Freitas moravam em um apartamento pequeno, no Leblon (RJ), quando compraram um terreno de 86m2 com uma casa antiga, localizada dentro de uma vila super charmosa, no Humaitá. A ideia deles era construir ali a casa dos sonhos da família e, para esta missão, encomendaram um projeto ao arquiteto Marcos Fossati, que é amigo de infância do casal. “Eles pediram uma casa moderna, confortável, arejada e com jardim”, conta Marcos. “Para aproveitar melhor o pequeno lote e projetar uma casa totalmente personalizada para eles e os dois filhos, tivemos que demolir quase toda a construção existente, mantendo apenas a varanda, que é tombada”, acrescenta ele.


O arquiteto revela ainda que usou estruturas metálicas aparentes para montar em módulos os quadro andares da nova casa (com 200m2 de área construída), afastando o fundo e a lateral para garantir a entrada de luz e ventilação naturais. Pela mesma razão, a fachada ganhou grandes esquadrias de vidro transparente, com venezianas articuladas externas (em ripas de madeira cumaru) que garantem a privacidade da família, quando necessário.



Com relação aos materiais, no andar térreo, o teto da sala foi rebaixado em gesso e pintado de branco, o teto da cozinha é de bruto aparente, a parede principal foi feita com tijolinhos maciços reaproveitados da demolição da casa existente e o piso é de cimento queimado. Já o piso da área íntima recebeu taco de madeira, paginado em espinha-de-peixe. “Fizemos a parede que acompanha a escada de serralheria em concreto moldado in loco”, informa o arquiteto.



O piso térreo concentra os espaços de convivência, com sala, cozinha e jardim de inverno integrados. No segundo andar ficam os quartos dos dois filhos, enquanto o suíte master (com banheiro e closet integrados ao dormitório) ocupa todo o terceiro piso. Por fim, a cobertura foi destinada às áreas de lazer, com churrasqueira e mesa para refeições protegidas por teto retrátil e piscina descoberta, com lateral de vidro transparente.

No geral, o conceito do projeto buscou criar uma residência contemporânea brasileira verticalizada e inserida em uma vila de casas geminadas, com pegada industrial e uma pitada de casa da vovó para imprimir mais personalidade e autenticidade.

Na decoração – que ficou a cargo da própria moradora, que é designer -, com exceção da porta de entrada da casa, a mesa de jantar e a pia do lavabo, que foram reaproveitados, a maioria dos móveis são novos. Entre as peças de design assinado, vale destacar a poltrona Tetê e os bancos Marcos e Mocho, do Sergio Rodrigues, a estante Icon, do Jader Almeida, a mesa de centro Botanique, da Vivian Coser, e as cadeiras de jantar Curva, do Joaquim Tenreiro (originais dos anos 1960) – todos ambientados no piso térreo. A paleta cromática do décor vem dos próprios materiais e acabamentos, com tons de cinza, preto e branco (presentes no concreto, cimento, ferro, aço inox e tinta) que reforçam a identidade contemporânea da casa e tons castanhos e avermelhados (presentes nas madeiras e tijolinhos de demolição) que acrescentam história e aconchego aos espaços.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
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