Arquitetura
Casa Joy / ARKITITO Arquitetura

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- Área:
225 m²
Ano:
2023
Fabricantes: Ateliê Leopardi, Deca, Design Brasil Mobiliário, Gerdau, Luminárias REKA, Marcenaria Made Marchi, Pastilhas Jotobá, Pormade Portas, Punto e Filo, Serralheria santo guilherme, Stone House Marmoraria, Tintas Sherwin Williams

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada próxima a uma praça tranquila no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, a casa foi adquirida por um casal – ele, engenheiro, e ela, empresária do mercado digital – que vive com suas duas gatas, Tagata e Shuri. Embora a casa possuísse características típicas das residências de vila da região, havia um diferencial: um grande jardim nos fundos do lote.

O pátio ajardinado, com suas árvores frutíferas, trazia ares da atmosfera campestre ao ambiente urbano, evocando a atmosfera do interior do estado, onde os proprietários passaram a infância. Esse detalhe foi crucial para que se apaixonassem pela propriedade e vissem o potencial de intervenção a partir desse elemento no projeto.


O programa residencial está distribuído em três pavimentos. No nível da rua, há a garagem e uma sala para o armazenamento de equipamentos esportivos e de outros hobbies do casal. No primeiro pavimento, encontra-se a ala social, que inclui o escritório, as salas de estar e jantar integradas à cozinha, e o pátio ajardinado traseiro. No segundo pavimento, estão localizados os três dormitórios.

Originalmente, a construção possuía acabamentos únicos que foram preservados harmoniosamente junto com as intervenções previstas no projeto. Entre os materiais que recobrem os pisos, destaca-se um belo piso de madeira com padrão de “flor” em duas tonalidades, demarcando a área do escritório, e o piso externo composto por cacos de azulejo nas tonalidades azul e branco, conectados por um piso de granilite branco que se estende por todo ambiente social.

Um dos maiores desejos de quem compra imóveis antigos é intensificar a entrada de luz natural, e neste caso não foi diferente. As aberturas dos ambientes foram ampliadas e a nova cobertura de vidro potencializa a iluminação, alcançando o centro da casa, enquanto estabelece a transição entre o interior e o exterior.

Para imprimir a personalidade dos moradores na arquitetura, um dos pontos de partida foi a setorização da casa em cores. As áreas molhadas, como a cozinha e os banheiros, foram designadas com a cor azul. A área social, incluindo as salas, o lavabo e a escada de acesso ao pavimento dos dormitórios, foi marcada pelo amarelo. Já as áreas íntimas, como o escritório e o dormitório do casal, foram destacadas em vermelho.

Essa organização, combinada com a aplicação dos revestimentos em pastilha de 5×5 centímetros, trouxe texturas para a morada, e a paleta tira inspiração de detalhes arquitetônicos originais. Exemplos disso são a cuba amarela revestida em pastilha, localizada embaixo da escada, e a caixa de cor azul no box do banheiro do casal, honrando a memória afetiva da residência.

Nos interiores, as salas se integram à cozinha através de um eixo visual. Na decoração, a personalidade alegre dos moradores, que deu nome à residência (Joy), é refletida pela seleção de mobiliário e acessórios. Sobre a tapeçaria de desenho orgânico em cinza e cores quentes, de autoria de Rodrigo Ohtake para Punto e Filo, há uma composição de estofados voluptuosos com traços curvos, como o sofá Soane, da dupla de designers brasileiros Danilo Lopes e Paula Gontijo, a poltrona Cacau, de Roberta Banqueri, e a poltrona Tajá, com acabamento em pintura amarela, desenhada por Sergio Rodrigues.

Na cozinha, os armários em acabamento azul recebem portas de vidro aramado. A mesa de jantar em madeira é rodeada por conjunto de cadeiras Cláudia, por Aristeu Pires.

No jardim, um painel de azulejos de autoria da artista Helena Leopardi desdobra-se para formar um banco linear que percorre toda a largura do terreno, servindo de apoio para dias de recepção e festas com amigos e familiares. Essa técnica evoca a tradição muralista do bairro, criando um ponto focal visível desde o interior.

Os muros laterais foram pintados na cor marsala, em referência ao tom rosado do mármore que recobre os pisos da escada e da garagem, integrando harmoniosamente os elementos internos e externos do projeto. O projeto de paisagismo combina a vegetação pré-existente com novas espécies, escolhidas para criar a impressão de que sempre fizeram parte do local.

A ampliação da abertura na fachada principal demarca o dormitório do casal, a partir do novo caixilho de vidro desenhado especialmente ao projeto, com uma folha de vidro fixa, que atua como guarda-corpo, e duas folhas com abertura deslizante, de onde é possível avistar a paisagem urbana.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Jardim de Infância Kinder Rain / AACM – Atelier Architettura Chinello Morandi

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Um jardim de infância primordial, moldado pelo espírito do lugar e pelas emoções da criança. Um espaço simultaneamente protegido e onírico, seguro e aberto às maravilhas. Uma pequena aldeia: um conjunto abstrato de volumes piramidais articulados por pátios abertos. Uma escola vermelha, quente e acolhedora, que se eleva entre as árvores, aninhada no verde.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de apenas 3 metros de largura foi vendida por mais de R$ 2,5 milhões – e possui interiores surpreendentes
Com apenas três metros de largura, esta casa ultracompacta em Washington, DC, parece impossível de morar à primeira vista – porém, seus interiores bem planejados a transformaram em um refúgio aconchegante e moderno. Chegando a 1,8 metro no trecho mais estreito, a residência conta com 55 m² e foi vendida pelo valor surpreendente de US$ 484 mil (mais de R$ 2,5 milhões).
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

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