Arquitetura
Casa Monte Alvo / NOZ Arquitectura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A tradição arquitetônica do Alentejo é definida pela simplicidade das formas, espaços funcionais e uma profunda conexão com o clima e a paisagem. No topo do Monte Alvo, a casa é térrea, posicionada de forma a aproveitar ao máximo a orientação solar e garantir conforto térmico durante todo o ano.

O telhado inclinado com telhas cerâmicas, paredes caiadas de branco, alvenaria espessa e chaminés evocam a memória construtiva da região e assumem-na no presente. As chaminés de grandes dimensões, fundamentais para a identidade da casa, vão além da sua função de extração de fumo: também permitem a ventilação natural, promovem o arrefecimento passivo e introduzem luz zenital difusa, reduzindo a dependência de sistemas artificiais.


O arco, um elemento vernacular empregado com simplicidade, é reintroduzido para definir entradas e organizar a espacialidade. Um eixo longitudinal atravessa a casa, conectando as fachadas laterais e as alas internas. Na cozinha, o arco se estende até um teto curvo, adicionando continuidade à sequência espacial.


O edifício original abrigou diferentes famílias ao longo do tempo, incorporando cinco moradias independentes em um único volume, cada uma com sua própria entrada. Essa condição histórica tornou-se o ponto de partida do projeto, que buscou preservar e reinterpretar o caráter coletivo e familiar do local. A nova casa está organizada em três unidades independentes, cada uma com entrada privativa, permitindo o uso por várias gerações da mesma família, mantendo uma sensação de unidade.


O projeto estabelece um diálogo constante com o ambiente natural ao seu redor. Duas grandes aberturas intensificam a conexão com a paisagem e permitem a convivência direta com o exterior. A escolha de um volume pontuado principalmente por portas garante uma permeabilidade permanente entre o interior e a natureza.

A sustentabilidade em Monte Alvo está ancorada em estratégias passivas e infraestruturais cuidadosamente pensadas e adaptadas ao clima quente e seco do Alentejo. A fachada virada a sul é protegida por uma pérgula de palha que proporciona sombra natural e reduz a exposição solar direta. As aberturas foram dimensionadas e distribuídas de forma a maximizar a ventilação cruzada, minimizando o consumo de energia. Foram utilizados materiais locais, como cal e pedra, para garantir a inércia térmica e reduzir o impacto ambiental.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cabana Vermelha / Wiki World + Advanced Architecture Lab

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Cabana Vermelha é um projeto experimental do “Merryda Wiki World • Secret Camp”, localizado dentro de uma floresta de metasequoia habitada por aves migratórias, onde mais de uma dúzia de casas na árvore estão discretamente aninhadas. A cliente é uma senhora que também é dançarina e espera que o Wiki World possa personalizar uma cabana de férias na floresta. Este projeto também faz parte da iniciativa “Escola de Construção Wiki”, co-construindo com a natureza, representando mais uma tentativa da nossa equipe de explorar a diversidade dos espaços de vida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
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