Arquitetura
Casa Respiro Terracotta / live out studio

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- Área:
241 m²
Ano:
2024

Terracotta Breath, do estúdio live out, é uma casa multigeracional elegante, mas humilde, situada em uma estreita viela de Da Nang, Vietnã. Projetada para duas famílias – a casa dos pais na frente e a casa da filha nos fundos – o projeto ocupa um modesto terreno urbano de 7×22 metros. Entre as duas, um pequeno pátio serve tanto como separador quanto como conector: um espaço compartilhado que traz vida e luz às rotinas diárias.

Abordagem de Projeto – Abraçando os princípios do feng shui vietnamita e realizada com um orçamento restrito, a arquitetura celebra o artesanato local e estratégias climáticas passivas adequadas ao clima tropical. Uma paleta harmoniosa e terrosa de tijolo, bambu, madeira, revestimento na cor argila e telhados de zinco envolve de forma contínua o volume, da fachada aos caminhos do jardim, formando uma pele termicamente responsiva que se integra perfeitamente ao denso entorno urbano. Cada detalhe cuidadosamente considerado – telas de tijolo operáveis, guarda-corpo de corda trançada à mão e delicada alvenaria de tijolos – expressa humildade e sofisticação simultaneamente. A casa se torna mais do que mero abrigo; é um lugar de beleza silenciosa, continuidade e laços familiares, profundamente enraizada na tradição local e na vida consciente.


A Casa dos Pais: Tradição e Ritual – De frente para a rua, a casa dos pais recebe os visitantes com um jardim frontal iluminado pelo sol – uma pausa suave antes da entrada. A fachada texturizada de tijolos, com juntas anguladas e janelas pivotantes, equilibra privacidade e abertura, enquanto a cobertura de bambu e um telhado de zinco na cor argila envelhecem graciosamente com o tempo. Dentro, o primeiro andar flui da sala de estar para a sala de jantar e cozinha, abrindo-se diretamente para o jardim, permitindo uma vida interna-externa sem esforço. Uma escada esculpida leva ao salão de oração do segundo andar, um espaço cerimonial pacífico que também funciona como um local de reunião comunitária. Um cantinho de leitura, com vista para o pátio central, captura brisas e a luz do sol. Ao longo de toda a casa, tijolo, bambu e madeira formam um pano de fundo quente, tátil e atemporal, com azulejos na cozinha e banheiros combinados com o piso bege para aumentar a sensação de conforto.



A Casa da Filha: Flexível e Alegre – Nos fundos, a casa da filha reflete os princípios da vida compacta sem compromissos. Projetada para uma jovem família, conta com um layout adaptável que aproveita ao máximo cada metro quadrado. Grandes janelas de correr dissolvem a divisão entre os espaços de estar e o pátio compartilhado, trazendo ar fresco, luz natural e vegetação para expandir visualmente o interior. O térreo acomoda um espaço combinado de estar/cozinha, um quarto compacto e um banheiro, com depósito e móveis multifuncionais que permitem à família reconfigurar os espaços conforme suas necessidades evoluem. Uma escada de aço, finalizada com um guarda-corpo de corda trançado à mão, leva a um pequeno hall comunitário – um espaço para oração ou brincadeiras.

Dois quartos iluminados naturalmente no andar superior, ventilados por aberturas estreitas e claraboias, permanecem frescos e arejados durante todo o ano. O posicionamento estratégico das janelas garante privacidade enquanto mantém a abertura, permitindo que a casa pareça maior do que sua área construída. O projeto demonstra como um planejamento cuidadoso e a conexão com o espaço externo podem tornar a vida em pequenos espaços confortável e libertadora.


Paisagem Significativa, Arquitetura Suave – Ao longo de ambas as casas, a beleza simples do tijolo local, bambu, madeira e revestimento de argila reaparece consistentemente. A arquitetura evita embelezamentos desnecessários, permitindo que detalhes sutis – as sombras que mudam através das telas de tijolo, a sombra salpicada do bambu e a vegetação marcada nas paredes texturizadas – proporcionem momentos de deleite silencioso.

O pátio, minimamente paisagístico, mas rico em detalhes sensoriais, entrelaça as duas residências, suavizando as bordas e marcando a passagem gentil do tempo. A casa demonstra de forma reflexiva como materiais humildes, artesanato local e design consciente podem gerar uma arquitetura sofisticada que silenciosamente enriquece a vida cotidiana. Esta casa é o manifesto silencioso do estúdio live out sobre como as famílias podem viver de forma próxima, sustentável e bonita, respirando através de espaços abertos e paredes impregnadas de memórias.

Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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