Arquitetura
Casa Vermelha / Pacarizi Studio

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A casa equilibra exterior e interior, no jardim de um vilarejo costeiro. O volume principal e os quartos se organizam ao redor de um pátio aberto, com a piscina no centro. A grande escada prolonga esse espaço até a cobertura, abrindo vistas para as paisagens próximas e distantes.


A Casa Vermelha é uma pequena aldeia: uma casa multigeracional para uma família ao mesmo tempo unida e dispersa. Um pátio aberto foi implantado na borda de um amplo jardim agrícola com oliveiras, romãzeiras e laranjeiras. Esse pátio — o coração da casa — é parcialmente coberto e funciona como um verdadeiro espaço de estar no verão, conectando todas as partes da residência e convidando ao convívio com o jardim e com as vistas. Trata-se de um espaço quase teatral, que permite à arquitetura olhar para si mesma. O que se vê pelas janelas é uma paisagem, uma árvore — mas também a própria arquitetura. Essa capacidade de a arquitetura se bastar e se refletir torna-se o tema central do projeto.



As casas unifamiliares representam mais de 50% das edificações na Albânia. Mas a vida familiar mudou. Os modelos existentes, uma mistura de tradição e modernidade, já não respondem aos novos desafios. O envelhecimento da população, a emigração das gerações mais jovens e o aumento da mobilidade borraram as fronteiras entre casa permanente e casa de férias, entre cidade e periferia.

A Casa Vermelha procura responder à redefinição da moradia multigeracional por meio de uma arquitetura que compreende e utiliza o potencial climático do lugar. Trata-se de uma casa de baixo custo e baixa tecnologia, que propõe uma economia construtiva local e circular. Sua qualidade arquitetônica está na resistência à lógica do consumo, oferecendo um ambiente confortável e saudável para viver. A arquitetura se torna um convite a compreender e desfrutar da simplicidade da vida no vilarejo e dos dons da natureza, enquanto, silenciosamente, se transforma em um retrato das pessoas que ali habitam.


A estrutura básica é de concreto. As paredes externas são feitas com tijolos ocos locais de 46 cm de espessura. Todo o isolamento térmico foi realizado com uma mistura de palha, areia e cal, usando caseína como aglutinante. A mesma composição foi utilizada nos rebocos. O cimento foi substituído pela caseína. Óxido de ferro vermelho foi adicionado ao material e aplicado em toda a casa. A combinação cal–caseína é um material “vivo”, que pode durar quase indefinidamente — o que significa que a casa nunca precisará ser repintada.

Os pisos são de mármore rosado local e madeira. A caseína foi comprada de fazendas próximas e a cal foi produzida pelos próprios construtores. A obra praticamente não gerou resíduos. Grandes janelas fixas emolduram as vistas e trazem luz natural, enquanto apenas pequenas aberturas se destinam à ventilação. Equipes locais de quatro a cinco trabalhadores construíram a casa, que foi simplificada ao máximo para aumentar a área útil e reduzir custos com acabamentos caros.

A sustentabilidade foi alcançada por meio da simplicidade: construir localmente, usar materiais naturais e criar uma casa que os moradores realmente amam.

Arquitetura
Casa na árvore atrai atenção por sauna e teto de vidro; fotos
Uma casa na árvore localizada em Mairiporã, no interior de São Paulo, atrai a atenção por contar com teto de vidro e sauna finlandesa em cedro. Localizada a 7 metros de altura, em meio a Mata Atlântica, a cabana fica no Parque Estadual da Cantareira, na última rua de um condomínio fechado, de frente para área de reserva.
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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