Arquitetura
Casa Virtis / Fitore Arquitetura

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- Área:
282 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Uma arquitetura compacta e precisa que se abre generosamente para a paisagem, transformando limitações urbanas em uma experiência de habitar conectada à natureza. Implantado no Swiss Park, em Campinas, um grande conjunto de condomínios marcado pela repetição tipológica e pela homogeneidade formal, o projeto surge como um contraponto claro ao cenário predominante. Em meio a residências semelhantes, a proposta buscou estabelecer identidade, contemporaneidade e personalidade, sem romper com a escala do entorno.

O terreno apresentava um desafio significativo: devido a inconsistências no registro junto à prefeitura, foi necessário respeitar um recuo frontal incomum, como se houvesse um cul-de-sac no interior do lote. Essa condição afastou consideravelmente a edificação da via pública e inviabilizou a implantação de garagem coberta. Ainda assim, o projeto acomodou duas vagas frontais e transformou essa restrição em um exercício preciso de implantação e aproveitamento da topografia.

O cliente desejava uma casa funcional, prática e acolhedora, que se diferenciasse claramente das demais residências do condomínio e valorizasse a vista privilegiada da mata localizada nos fundos do lote. O conceito central parte da ideia de compactação inteligente: uma arquitetura enxuta, eficiente e cuidadosamente implantada, que maximiza o uso do terreno e direciona a experiência espacial para a relação com a paisagem natural.


A casa se organiza de forma clara e fluida, com a área social posicionada como o coração do projeto. A cozinha gourmet, integrada aos ambientes de estar, foi concebida como espaço de convivência e permanência, beneficiada por ventilação cruzada e por dois eixos visuais complementares: de um lado, a vista aberta para a mata; do outro, um muro tratado com paisagismo, reforçando a sensação de continuidade entre interior e exterior.

A cobertura da área social é um dos elementos mais expressivos do projeto. Leve e inteiramente forrada em madeira, ela se projeta sobre um grande vão e cria a percepção de um plano flutuante. O pé-direito generoso, com aproximadamente quatro metros, amplia a entrada de luz natural, potencializa a ventilação e confere amplitude e conforto aos ambientes.

A materialidade foi pensada como extensão da experiência sensorial. Pedra natural em formato orgânico, madeira Tauari nos forros, esquadrias pretas e marquises brancas compõem uma paleta atemporal, elegante e equilibrada, que reforça a sensação de acolhimento, bem-estar e sofisticação discreta. A experiência do usuário é marcada pelos eixos visuais constantes, pela qualidade da iluminação e ventilação naturais e pela conexão direta com a paisagem.

No contexto do Swiss Park, o projeto se estabelece como uma presença marcante e silenciosa, fugindo da repetição dominante e propondo uma leitura contemporânea e autoral do morar. Para o escritório, a obra representa maturidade metodológica e precisão nas decisões. Se lembrado no futuro, deverá ser reconhecido pela forma como aproveita cada metro do terreno e pela qualidade espacial resultante.

Arquitetura é saber reconhecer o essencial — e permitir que o espaço, a luz e a paisagem façam o restante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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