Arquitetura
Casa WEIP / ZIM arquitextura

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- Área:
522 m²
Ano:
2024
Fotografías:Alejandro Peral
Fabricantes: BY LOLI LOBO, CGS ARGENTINA, CLARA BILLOCH ESTUDIO, Deine Kuche

Memorial — Na ZIM, acreditamos que cada casa é um mundo próprio. Com esse pensamento, buscamos criar, junto com Nico e Cami, uma casa que eles sentissem como sua e que os representasse através da arquitetura. Eles nos procuraram buscando um lar familiar, um espaço de encontros e movimento, mas também um local que convidasse à reflexão e à oração em família. Para alcançar esse objetivo, surgiu deles a ideia de incorporar a luz natural como elemento essencial do design da casa, além de outros elementos do cotidiano com os quais Nico e Cami se identificam profundamente, como a água e as vibrações da música.


Conceito: Vibração — Música, água, encontros, reflexão e a energia que a luz nos transmite. Tudo vibra em uma frequência única – as pessoas, os instrumentos e também os espaços. Dessa forma, buscamos que a morfologia e a funcionalidade da casa fossem um reflexo fiel dessa vibração única e particular da família de Cami e Nico, tanto no exterior quanto no interior. O verbo “vibrar” vem do latim vibrare, que por sua vez tem origem no sânscrito indo-europeu weip. Assim nasceu o nome do projeto. A Casa Weip se inspira nessas vibrações e busca capturar a essência dessa família.




A casa incorpora referências a essas vibrações na própria arquitetura. O uso de curvas e contracurvas dá movimento à residência. Grandes espaços interligados fluem naturalmente com o entorno, ao mesmo tempo que criam um refúgio íntimo, convidando ao encontro neste novo mundo. Um pátio interno se abre a partir do interior, gerando luz, visibilidade e conexão. Por meio dessas operações, a Casa Weip se torna um reflexo e resultado dessas vibrações.


Entorno / implantação — Ao desenvolver o projeto, foi essencial analisar em profundidade o local onde ele seria implantado e as informações que ele nos fornecia. Localizado na borda do bairro, em um terreno no final da rua, o lote tem orientação sudoeste na frente e nordeste no jardim. Essa configuração nos permitiu projetar ambientes com amplas vistas para o fundo e uma iluminação solar suave pela manhã. Ao mesmo tempo, nos desafiou a pensar em uma fachada frontal que garantisse privacidade em relação à rua e protegesse da forte incidência solar do oeste.


Para proporcionar movimento e iluminação natural no interior da casa, foi projetado um pátio interno, separando o lar do mundo exterior e criando um espaço íntimo, conectado à natureza. Com base nesses princípios, a Casa Weip foi concebida como uma casa com movimento e profundidade, onde a busca pela luz solar e a criação de um microclima pessoal nos fazem vibrar de diferentes maneiras, convidando ao encontro consigo mesmo e com os outros.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
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