Arquitetura
Centro Cultural e Juvenil de Matraville / Sam Crawford Architects

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Um bosque de árvores nativas determinou a planta de um novo centro comunitário no subúrbio leste de Sydney. O layout em forma de “L” invertido permitiu a preservação das árvores, com uma amada árvore blackbutt informando a geometria da sequência de entrada.

O novo centro substitui uma estrutura antiga de aço da década de 1950, em estado de degradação. Localizado em um terreno de esquina e adjacente a uma área de reserva pública, o volume conecta os dois locais, criando presença e atraindo pessoas desde diferentes pontos de acesso. A forma e a materialidade são em escala residencial, simples e simpáticas ao contexto suburbano.

A comunidade local expressou um forte interesse por instalações para dança, exercícios físicos e esportes em geral. O espaço flexível apresenta um grande salão para aluguel, com uma cozinha, depósito acessível e banheiros. Uma ampla varanda que envolve o volume em três lados oferece espaço adicional para reuniões e eventos especiais. As janelas no salão e nos banheiros foram cuidadosamente elaboradas para oferecer vistas expansivas das árvores estabelecidas e da reserva adjacente.

A entrada é sinalizada com um divertido poço de luz de fibra de vidro, um farol que ilumina o espaço e emite um brilho suave à noite. Uma escada ampla e um caminho acessível com uma varanda sombreada recebem os visitantes em um hall que apresenta um mural dos artistas indígenas Re-right Collective e crianças de escolas locais. Este hall de entrada e um corredor de banheiros com isolamento estão separados do salão principal, enquanto o depósito é acessado diretamente do espaço principal.


A expressão do volume é de um exterior resistente, porém lúdico, com um interior caloroso e acolhedor. Os materiais foram selecionados para serem robustos, táteis e sustentáveis. O exterior é de tijolo pintado em cores que expressam o ambiente costeiro local, com aço corrugado e policarbonato. A estrutura primária e o revestimento interno são feitos de madeira de eucalipto laminada colada, e o piso é feito de madeira dura australiana.


Um efeito de empilhamento, criado por uma abertura alta voltada para o norte e outra mais baixa voltada para o sul, potencializa a ventilação cruzada e a entrada de luz natural. Grandes painéis operáveis permitem que as brisas do verão resfriem o volume de forma passiva. Na face sul, um sistema isolante de policarbonato translúcido garante iluminação difusa e bom desempenho térmico. Ventiladores de teto auxiliam no resfriamento e, no inverno, recirculam o ar aquecido por um sistema de calefação sob o piso. A área da reserva adjacente é valorizada por meio de um paisagismo integrado. Entre as demais soluções sustentáveis estão painéis solares, bomba de calor, reaproveitamento da água da chuva, estações de recarga e vagas exclusivas para veículos elétricos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


