Tecnologia
Cientistas criam primeiro ‘nugget’ com carne feita em laboratório
Cientistas da Universidade de Tóquio alcançaram um marco na ciência alimentar ao desenvolverem, pela primeira vez, um nugget de frango inteiramente cultivado em laboratório, considerado o maior pedaço de carne artificial já produzido até hoje.
O experimento utilizou um sistema inovador que imita os vasos sanguíneos humanos, permitindo o cultivo de fragmentos musculares em gel, alimentados por fibras ocas semipermeáveis — semelhantes às encontradas em filtros de água — que fornecem oxigênio e nutrientes às células. O resultado foi um pedaço de carne com cerca de 7 centímetros de comprimento, 2,25 centímetros de espessura e 11 gramas, contendo mais de mil fibras ocas.
Apesar do avanço, o nugget ainda não pode ser consumido, já que os materiais usados não são comestíveis. No entanto, os pesquisadores acreditam que a tecnologia abre portas para a produção futura de cortes inteiros de frango, boi, porco e peixe cultivados artificialmente. Também há expectativa de uso em medicina regenerativa, como na criação de órgãos artificiais.
Segundo o professor Shoji Takeuchi, que lidera o estudo publicado na revista Trends in Biotechnology, um dos maiores desafios da carne cultivada em laboratório é manter vivas as células que ficam no interior de tecidos espessos, devido à falta de oxigênio e nutrientes. O novo sistema resolve esse problema ao proporcionar perfusão interna, garantindo o crescimento de tecidos mais espessos e estáveis.
Enquanto empresas nos Estados Unidos, como na Califórnia, já produzem frango cultivado em laboratório — geralmente em forma desfiada —, a criação de pedaços inteiros com textura semelhante à da carne convencional ainda é um grande desafio. Para Takeuchi, esse é um passo importante rumo à produção de carnes artificiais que realmente imitem a experiência sensorial da carne natural.
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Fontes: Notícias ao Minuto
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NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua
O ano de 2026 não está tendo um começo fácil. No entanto, entre o início de guerras e os aumentos (acentuados) nos preços dos combustíveis, há pelo menos um problema a menos para se preocupar: o asteroide 2024 YR4 não vai colidir com a Lua em 2032.
Quem afirma isso é a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que, com base em observações realizadas pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb, conseguiu descartar a hipótese de uma colisão entre o asteroide e o satélite natural da Terra nos próximos anos.
Essas observações, feitas entre 18 e 26 de fevereiro, foram analisadas pelo Center for Near-Earth Object Studies, do Jet Propulsion Laboratory da NASA. A análise determinou que o asteroide passará a pouco mais de 21 mil quilômetros de distância da Lua no dia 22 de dezembro de 2032.
Vale lembrar que o 2024 YR4 começou a ser observado no fim de 2024 e, no início de 2025, as observações ainda não permitiam determinar se a Terra estava completamente livre do risco de uma possível colisão com esse asteroide.
Asteroide 2024 YR4 © ESA
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Google vai “denunciar” apps que gastem muita bateria
Os aplicativos responsáveis por consumir muita bateria do seu celular Android passarão a ser devidamente identificados na Play Store. A Google havia indicado no ano passado que começaria a exibir esse tipo de informação em sua loja virtual, e o site 9to5Google finalmente encontrou o aviso.
No exemplo compartilhado pela publicação, é possível ler na página de alguns aplicativos que eles podem “usar mais bateria do que o esperado devido à forte atividade em segundo plano”.
Além desse alerta, a Google também informará aos desenvolvedores de que maneira seus aplicativos estão consumindo mais energia do que o previsto.
“Reconhecendo que o consumo excessivo de bateria é uma grande preocupação para os usuários do Android, a Google tem tomado medidas importantes para ajudar os desenvolvedores a criarem aplicativos mais eficientes em termos de energia”, diz o comunicado da empresa.
Além disso, a Google afirma que esse tipo de aviso começará a aparecer “gradualmente” em um número cada vez maior de aplicativos disponíveis na Google Play Store.
© Reprodução 9to5google
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Fontes: Notícias ao Minuto
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As teclas “F” e “J” do teclado são diferentes. Já pensou porquê?
Mesmo com todos os avanços tecnológicos que estamos vendo nos computadores nos últimos anos, há certos detalhes que não mudam e assim é pela conveniência. Um destes detalhes é a saliência nas teclas “F” e “J”, que se encontram em todos os teclados.
Tenha ou não reparado nesta particularidade, pode se dar o caso de já se ter perguntado sobre o motivo que leva todas as fabricantes de computadores portáteis e de teclados a adotar esta “convenção” e a verdade é que tem uma razão de ser.
Segundo o site BGR, a saliência nestas duas teclas é uma funcionalidade de design que ajuda os usuários a saberem onde têm os dedos posicionados sem terem de olhar para o teclado. Ao colocar os dedos no teclado e instintivamente saberem, os usuários mais experientes no uso do teclado podem acelerar o processo de escrita sem terem de estar constantemente alternando entre o teclado e a tela enquanto escrevem.
Quanto ao motivo de serem o “F” e “J” a terem esta saliência, é bastante simples e está relacionado com a posição central destas teclas, um motivo que também explica o fato de o “5”, no teclado numérico da parte direita do dispositivo, também ser o único número com esta saliência.
Ao colocar o dedo no teclado numérico, é possível ao usuário saber de imediato que tem o dedo pousado na tecla “5” e que números estão à volta sem ter de olhar para a tela do computador.
Fontes: Notícias ao Minuto
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