Arquitetura
Como esta cidade americana disse adeus ao seu "Minhocão" e criou um novo parque gigante

Uma antiga área industrial e rodoviária da cidade norte-americana de Seattle, onde emergia uma construção muito similar ao viaduto “Minhocão” de São Paulo, o Alaskan Way, deu lugar recentemente a um parque de 8 hectares, batizado de Waterfront Park.
A iniciativa, que contou com investimentos público e privado de mais de US$ 800 milhões, aproximadamente R$ 4,2 bilhões, teve projeto desenvolvido pelo escritório de arquitetura e urbanismo Field Operations. Segundo informações do site da prefeitura de Seattle, a intervenção urbana e paisagística iniciou-se com a decisão de remover o antigo viaduto Alaskan Way para dar lugar a um espaço revitalizado e centrado nas pessoas.
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Com a transformação, o espaço ganhou calçadas para pedestres, ciclovias, jardins, praias urbanas, píeres para eventos, píeres públicos comunitários, playgrounds, novas instalações de arte em locais públicos, banheiro público, espaços de lazer, entre outros equipamentos.
O desenvolvimento do Waterfront Park
O antigo viaduto Alaskan Way em foto tirada em 2008
Rootologia/Wikimedia Commons
Entre o planejamento e a abertura ao público, o desenvolvimento do Waterfront Park demorou 15 anos. O projeto levou em consideração estratégias de sustentabilidade, que integram gestão de águas pluviais, infraestrutura verde e detalhes de construção feitos para durar. Além disso, representantes da comunidade e de tribos nativas foram ouvidos para a elaboração do parque.
De acordo com a prefeitura local, a cidade de Seattle coordenou com tribos nativas maneiras de homenagear a orla como terra natal dos povos ancestrais, o que resultou nas seguintes ações: proteger o habitat do salmão e o ambiente marinho; criar elementos de design que reflitam a história tribal, a arte e a cultura da orla; fornecer espaços de reunião que possam ser usados para celebrações tradicionais; coordenar a programação pública que celebra a história e a cultura tribal; além de incorporar plantas nativas.
Com a transformação, o espaço ganhou calçadas para pedestres, ciclovias, jardins, praias urbanas, píeres para eventos, playgrounds, entre outros
Getty Image
A organização sem fins lucrativos “Friends of Waterfront Park”, que foi uma das responsáveis pela arrecadação de fundos, e auxilia na administração e programação do parque, comemorou a abertura do local, o qual a associação diz que “serve como um convite à conexão com a água, com as montanhas, com a cidade e uns com os outros.”
“Este é um parque para moradores e visitantes de Seattle, com espaços de encontros animados e programas educacionais e recreativos durante todo o ano, celebrando a diversidade cultural que define o noroeste do Pacífico”, finaliza a associação.
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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