Arquitetura
Conheça alguns dos projetos arquitetônicos mais sustentáveis do mundo, segundo revista
Um alojamento de safári movido a energia solar no deserto de Botsuana, no sul na África, construído a partir de tábuas de calçadão reaproveitadas. Um apartamento subterrâneo ancorado por vigas de teto feitas de garrafas plásticas e terra de construção. Uma fábrica de móveis neutra em carbono que funciona como um parque público de 1 km.
Estes são apenas alguns dos mais recentes edifícios orientados para o design que estão reimaginando a arquitetura sustentável, de acordo com a Architectural Digest (AD).
Diante da crise climática, a edição internacional da revista apresenta uma série de projetos inovadores que oferecem soluções para altas emissões de carbono, consumo de energia e desperdício de materiais de construção.
“Sustentabilidade, como conceito, tornou-se um pouco abrangente”, escreveu a diretora editorial global da AD, Amy Astley, por e-mail.
“Nós da AD usamos a palavra para transmitir estratégias que priorizam a longevidade, seja olhando para um prédio, uma comunidade ou nosso planeta, e fazemos grandes esforços para esclarecer as maneiras pelas quais um projeto se esforça para ser sustentável.”
Entre os edifícios em destaque está a Escola Reggio, uma unidade educacional em Madri que conseguiu reduzir o uso de materiais em 48% depois que o arquiteto espanhol Andrés Jaque adotou os sistemas mecânicos expostos da estrutura e as paredes internas nuas.

No exterior, 80% da fachada da escola é revestida a cortiça — um material natural que favorece a biodiversidade. “A superfície irregular da saliência de cortiça foi concebida para permitir a acumulação de matéria orgânica. O edifício acabará por se tornar o habitat de inúmeras formas de fungos microbiológicos, vida vegetal e animal”, lê-se numa nota do gabinete de arquitetura Jaque.
“O edifício viverá como uma transformação constante”, acrescentou Maite Sebastia, chefe de conteúdo editorial da AD na Espanha, por e-mail.

Projetado pelo renomado arquiteto Bjarke Ingels, o Plus, uma nova fábrica da marca norueguesa de móveis Vestre, tornou-se o primeiro edifício industrial a receber a classificação “Excelente” no Breeam (Método de Avaliação Ambiental de Estabelecimento de Pesquisa em Edifícios).
O sistema de medição Breeam classifica o desempenho ambiental dos edifícios; de acordo com Ingels, a fábrica libera 50% menos gases de efeito estufa do que instalações comparáveis.
Com uma planta quase eclesiástica, as quatro alas do edifício se estendem até um parque público de 1 km projetado para atrair funcionários e visitantes a desfrutar da natureza. “Você pode tornar o mundo mais limpo e divertido ao mesmo tempo”, disse Ingels ao AD.
E uma piscina pública em Lagos, na Nigéria, também foi aplaudida como um importante projeto de regeneração urbana.
Construída pela primeira vez em 1928 com financiamento do médico e filantropo John Randle, a instalação Art Déco estava vazia desde a década de 1970. Agora, porém, o vibrante edifício vermelho e amarelo recebeu uma nova vida do escritório de arquitetura SI.SA, com sede em Lagos, e deve reabrir neste verão como o novo John Randle Center for Yoruba Culture & History.

“É uma tarefa impossível capturar as últimas notícias de sustentabilidade em um único artigo”, escreveu o diretor de recursos globais da AD, Sam Cochran, em um e-mail.
“A conclusão, em última análise, é que toda decisão que tomamos e, em particular, toda decisão sobre o ambiente construído, tem um impacto. Mas, sabendo que as compensações são inevitáveis, como podemos fazer melhor?”
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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