Arquitetura
Edifício Atobá / Cité Arquitetura

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- Área:
990 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Rio de Janeiro, março de 2025 — O Edifício Atobá, projetado pelo escritório Cité Arquitetura paraa Mozak Empreendimentos, é uma expressão singular de arquitetura residencial no Leblon, um dos bairros mais conhecidos do Rio de Janeiro. Inspirado pela identidade e atmosfera local, o projeto busca harmonizar arte, design e funcionalidade, traduzindo a alma do bairro em uma arquitetura que dialoga com o presente e projeta uma imagem para o futuro.



O ponto de partida para o desenvolvimento do projeto foi o terreno estreito, que inspirou uma solução de divisão simétrica da torre. Essa abordagem organizou a separação das duas unidades de frente na planta, transformando-se em um elemento marcante da composição arquitetônica.

A limitação espacial ainda impulsionou soluções criativas nos acessos do edifício, incluindo o uso do portão da garagem como suporte para um painel artístico inspirado na obra de Daniel Senise. Com uma paleta de cores serenas que evocam a areia, a luz da manhã e o entardecer, o painel dialoga com a atmosfera do Leblon e reforça a relação entre arquitetura e expressão cultural, que também se estende ao interior do edifício. Nos espaços comuns, composições de Senise complementam a experiência dos moradores, com um quadro na portaria que reforça essa conexão entre arte e cotidiano.

Para garantir a longevidade da fachada, os arquitetos apostaram em materiais naturais e duráveis. O granito branco siena levigado reveste o edifício, enquanto os cobogós de alumínio trazem leveza e funcionalidade, atuando como um filtro visual que assegura privacidade em uma área de grande movimento. A iluminação, por sua vez, destaca o encontro entre o desenho das pedras e a laje, criando um jogo de luz e sombra que valoriza o contraste entre volumes e vazios.

Composto por quatro pavimentos, cada um com três unidades, de 35 e 40 metros quadrados, o Edifício Atobá captura a essência do Leblon, combinando a elegância e a atmosfera do bairro com uma abordagem arquitetônica sensível e contemporânea. Assim como a ave tropical que o nomeia, o projeto busca marcar presença de forma leve e sutil na paisagem, reafirmando o compromisso da Cité Arquitetura com a integração entre arte, cultura e identidade local.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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