Arquitetura
Edifício Salgueiros / André Simão & Nuno Bessa

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- Área:
4415 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Cortizo, Powerzinc, RMC

Descrição enviada pela equipe de projeto. Esta intervenção ocorre no gaveto onde se situava a centenária “Fábrica de Salgueiros”, localizada no centro da cidade do Porto, no norte de Portugal. O lote confina com a Rua da Constituição – uma das principais artérias da cidade – e a Rua do Sport Comércio e Salgueiros – assim batizada em homenagem ao histórico clube de futebol, entretanto extinto, fundado pelos trabalhadores da fábrica e pelos comerciantes das imediações. Esta zona é hoje dominada pela função residencial e comercial e marcada pela diversidade arquitetónica: encontramos edifícios de várias épocas históricas, com linguagens dissonantes e cérceas entre um e dez pisos. Da fábrica restavam apenas alguns arranques de paredes e muros de granito, em ruína. E um terreno expectante, de configuração irregular, onde se pretendia instalar uma unidade de habitação coletiva com 24 apartamentos.


O projeto procura resolver o encontro entre a escala de uma rua principal, ruidosa e agitada, e o passo lento de uma rua secundária e residencial. Desenrolando-se de sul para norte e ao longo da Rua do Sport Comércio e Salgueiros, o edifício arranca com 4 pisos (um dos quais recuado, quase invisível), nos quais sobressaem as longas varandas com revestimento em zinco que funcionam como marca de horizontalidade, e desenvolve-se até aos 5 pisos, ao encontro da escala da Rua da Constituição, adquirindo um carácter ascensional (através do ritmo vertical dos vãos e da desmultiplicação da geometria dos elementos metálicos).

A mesma estratégia de diálogo e contraste é aplicada ao desenho da fachada voltada a nascente, no interior do terreno: por cada elemento que introduz horizontalidade (das varandas e guardas à modelação dos revestimentos) há outro que se opõe, trazendo cidade, inquietação e verticalidade, como os recortes duros na volumetria ou as caixas de elevador destacadas. Foram ainda mantidos e recuperados os muros em pedra que bordam o terreno, rematando os amplos logradouros das unidades de habitação do piso térreo. Nos restantes pisos são criadas áreas exteriores igualmente amplas, suspensas sobre o interior do quarteirão, espaços de convívio e domesticidade essenciais no modo de vida português.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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