Arquitetura
Escola Garzón / Rosan Bosch Studio

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- Área:
900 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Belgotex , Bertoni, Docol, Duratex, Formica, Novidario, Portobello, Roca, Tarkett

Descrição enviada pela equipe de projeto. O Rosan Bosch Studio projetou um novo campus e ambiente de aprendizagem baseado na natureza para a Escola Garzón, no Uruguai. A escola está inserida em uma densa floresta de eucaliptos, promovendo uma conexão única com a natureza. O vasto e indomado ambiente ao redor da nova Escola Garzón está profundamente entrelaçado com a identidade da instituição. Em estreita colaboração com a comunidade escolar, o Rosan Bosch Studio desenvolveu um conceito de projeto no qual a aprendizagem acontece de forma integrada, tanto em espaços internos quanto ao ar livre. Essa nova paisagem de aprendizagem nutre a curiosidade inata e incentiva a exploração, o brincar e a autoexpressão.



O estúdio foi responsável pelo plano diretor, projeto paisagístico, arquitetura e design de interiores. O conceito inovador aplica os princípios do design biofílico para criar um campus conectado à natureza, onde aprender vai além dos limites tradicionais. A natureza não é apenas um complemento à educação — ela é a própria sala de aula. Nesse contexto, os alunos tornam-se protagonistas de sua formação por meio de um currículo feito sob medida, fundamentado na experimentação e na aprendizagem baseada em investigação. A filosofia da escola considera a natureza não apenas como suporte, mas como uma professora em si.


O conceito desenvolvido pelo Rosan Bosch Studio coloca os estudantes no centro de uma paisagem de aprendizagem diferenciada, organizada em seis zonas (ou “Mundos de Aprendizagem”), baseadas em seis princípios de design: Topo da Montanha, Caverna, Fogueira, Poço, Mão na Massa e Movimento. Cada uma dessas zonas apoia diferentes modalidades de aprendizagem, oferecendo aos alunos escolhas significativas que fortalecem sua autonomia e protagonismo. Com orientação de profissionais da inclusão e educadores, os estudantes são incentivados a embarcar em jornadas únicas de descoberta e questionamento que ultrapassam os modelos escolares convencionais.

O campus baseado na natureza combina espaços de aprendizagem diferenciados, pensados para apoiar diversos estilos de aprendizagem, com uma profunda conexão com o ambiente natural. Ele oferece um cenário onde a criatividade, a curiosidade e a colaboração florescem, promovendo experiências autênticas que preparam futuros agentes de transformação. Aqui, “a escola é o parque, e o parque é a escola” — todos os espaços são integrados à paisagem em um diálogo constante entre dentro e fora. Seguindo um caminho sinuoso por um campo e ao redor de um lago, chega-se à “vila” da Escola Garzón, escondida entre os eucaliptos. É aqui que a jornada de aprendizagem de cada aluno começa, expandindo-se à medida que eles ganham autonomia e consciência. Com seus riachos serpenteantes e promessas de aventura, esse parque sem fronteiras se torna solo fértil para a imaginação e a exploração. Trata-se de uma ousada reinvenção da educação contemporânea.




A natureza orienta o conceito arquitetônico e a escolha dos materiais, que são locais, sustentáveis e cuidadosamente selecionados para se integrar ao entorno. Cores suaves, luz natural e texturas estimulantes compõem o projeto, promovendo o bem-estar de estudantes e educadores e fortalecendo os vínculos entre professores e alunos. O desenho paisagístico ao redor da vila é essencial para definir áreas que gerem identidade e senso de pertencimento, além de criar espaços para convivência e brincadeira. Duas praças de tijolos evocam a arquitetura vernacular uruguaia, enquanto a vegetação nativa e os elementos lúdicos em madeira enriquecem o ambiente natural. Esses elementos se integram harmoniosamente aos edifícios sustentáveis, feitos inteiramente de madeira e revestidos com a técnica japonesa de queima superficial (Shou Sugi Ban), que confere durabilidade, caráter e uma forte ligação com a paisagem ao redor. A nova Escola Garzón materializa um modelo educacional transformador que se propõe como referência para a América Latina, demonstrando como a integração cuidadosa entre arquitetura, natureza e pedagogia pode criar espaços onde o aprendizado floresce naturalmente e os estudantes se desenvolvem como sujeitos confiantes, autônomos e preparados para os desafios do futuro.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cabana Vermelha / Wiki World + Advanced Architecture Lab

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Cabana Vermelha é um projeto experimental do “Merryda Wiki World • Secret Camp”, localizado dentro de uma floresta de metasequoia habitada por aves migratórias, onde mais de uma dúzia de casas na árvore estão discretamente aninhadas. A cliente é uma senhora que também é dançarina e espera que o Wiki World possa personalizar uma cabana de férias na floresta. Este projeto também faz parte da iniciativa “Escola de Construção Wiki”, co-construindo com a natureza, representando mais uma tentativa da nossa equipe de explorar a diversidade dos espaços de vida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
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