Arquitetura
Espaço Educativo da Exposição Um rio não existe sozinho / Estudio Flume

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- Área:
70 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. O pavilhão educativo integra a exposição Um rio não existe sozinho, projeto do Instituto Tomie Ohtake, com curadoria de Sabrina Fontenele e Vânia Leal, criado para dialogar com os temas urgentes trazidos pela 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30). A proposta reafirma a vocação do Estúdio Flume em compreender a arquitetura como ferramenta de impacto social e ambiental. A estrutura propõe um gesto de leveza e integração com a paisagem do Parque Zoobotânico, traduzindo princípios de sustentabilidade e escuta territorial em uma experiência arquitetônica e pedagógica.


Com cerca de 70 m² de área, o pavilhão é formado por módulos independentes e adaptáveis que se articulam em diferentes composições, criando áreas cobertas e descobertas destinadas a atividades educativas e de convivência. A modularidade garante flexibilidade, montagem simplificada e baixo impacto ambiental, permitindo futuras expansões ou reconfigurações conforme a dinâmica de uso.

Entre seus destaques estão o uso de técnicas e materiais locais, como madeira certificada e palha de ubuçu, que asseguram conforto térmico e integração visual com o entorno. A estrutura em madeira laminada colada foi dimensionada para otimizar recursos e reduzir deslocamentos, com pilares, vigas e terças leves e precisos. A cobertura permeável favorece a ventilação natural e o diálogo entre interior e exterior, explorando zonas de transição que ampliam a convivência e a sensação de pertencimento.


Mais do que um abrigo, o pavilhão foi concebido como um espaço de encontro entre visitantes, educadores e comunidade. Durante a exposição, abrigará a programação educativa e atividades colaborativas, mas também se propõe como protótipo de arquitetura sustentável para contextos amazônicos — estruturas simples, replicáveis e de baixo impacto, voltadas a lugares onde o acesso é difícil e cada gesto construtivo precisa ter sentido.

O projeto nasce como um exercício de escuta e experimentação: um ensaio sobre como construir com o território. A inspiração nas canoas dos ribeirinhos de Belém e do Marajó orientou o gesto de curvar a madeira, unindo técnica e tradição. Para reduzir distâncias e valorizar o tempo do fazer, o laminado colado foi produzido no próprio local, permitindo que matéria, clima e processo se encontrassem.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de apenas 3 metros de largura foi vendida por mais de R$ 2,5 milhões – e possui interiores surpreendentes
Com apenas três metros de largura, esta casa ultracompacta em Washington, DC, parece impossível de morar à primeira vista – porém, seus interiores bem planejados a transformaram em um refúgio aconchegante e moderno. Chegando a 1,8 metro no trecho mais estreito, a residência conta com 55 m² e foi vendida pelo valor surpreendente de US$ 484 mil (mais de R$ 2,5 milhões).
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
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