Arquitetura
Especialistas dão dicas para controlar mofo em armários e paredes | Smart
Segundo João Pedro Fidelis Lucio, responsável técnico da Maria Brasileira, rede especializada em limpeza residencial e empresarial, o mofo é um fungo microscópico que se desenvolve em ambientes úmidos, escuros e com pouca circulação de ar. Além de ser um problema estético, ele também pode trazer consequências importantes para a saúde, como alergias, irritação nos olhos, tosse, espirros e crises respiratórias, especialmente em pessoas que possuem asma, rinite ou bronquite.
“Ele se alimenta, principalmente, de materiais orgânicos presentes em superfícies como madeira, papel, tecido, couro e até mesmo na poeira acumulada. Em ambientes muito afetados, o mofo pode provocar dores de cabeça, fadiga e mal-estar geral”, comenta João Pedro.
“O vinagre branco funciona bem nos casos mais leves, enquanto a solução de água sanitária diluída ou os produtos antimofo do mercado são indicados quando o problema é mais intenso. Após a higienização, é fundamental deixar a parede secar completamente e, se possível, aplicar tintas com ação antimofo. Vale ressaltar, que o primeiro passo é descobrir de onde vem a umidade, só depois a limpeza terá resultado duradouro”, diz José Roberto Campanelli, diretor da rede de franquias de limpeza Mary Help.
Nos armários, o mofo geralmente aparece como manchas escuras ou esverdeadas nas paredes internas, nas roupas e até nos cabides. Para removê-lo, explica José Roberto, o ideal é esvaziar o armário, limpar com solução de água e vinagre branco, ou produtos antifúngicos específicos, e deixar secar completamente antes de recolocar roupas e objetos.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa Las Margaritas / Trópico Arquitectura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Este projeto consiste na intervenção em uma casa tradicional antioquenha, localizada no sudoeste do estado colombiano, em um território montanhoso e de clima quente.

Arquitetura
Jardim de Infância Kinder Rain / AACM – Atelier Architettura Chinello Morandi

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Um jardim de infância primordial, moldado pelo espírito do lugar e pelas emoções da criança. Um espaço simultaneamente protegido e onírico, seguro e aberto às maravilhas. Uma pequena aldeia: um conjunto abstrato de volumes piramidais articulados por pátios abertos. Uma escola vermelha, quente e acolhedora, que se eleva entre as árvores, aninhada no verde.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de apenas 3 metros de largura foi vendida por mais de R$ 2,5 milhões – e possui interiores surpreendentes
Com apenas três metros de largura, esta casa ultracompacta em Washington, DC, parece impossível de morar à primeira vista – porém, seus interiores bem planejados a transformaram em um refúgio aconchegante e moderno. Chegando a 1,8 metro no trecho mais estreito, a residência conta com 55 m² e foi vendida pelo valor surpreendente de US$ 484 mil (mais de R$ 2,5 milhões).
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