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Estes são os 8 produtos que a Apple está prestes a abandonar

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A Apple fará esta terça-feira, dia 9 de setembro, a apresentação oficial da série iPhone 17 e, além da nova geração de celulares, também é esperado que a ‘Empresa da Maçã’ mostre novos produtos para os novos mercados onde se encontra presente.

O anúncio de novos produtos significa que a Apple está prestes a abandonar outros tantos e, com base naquele que tem sido o histórico da Apple até aqui, já sabemos alguns dos que podem estar na ‘porta de saída’.

Segundo o site ‘9to5mac’, com o anúncio do iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, a Apple deverá abandonar o iPhone 15, o iPhone 15 Plus e também o iPhone 16 Pro e o iPhone 16 Pro Max.

Significa que, a partir de amanhã à tarde, o catálogo de celulares da Apple será composto pelo iPhone 16e, pelo iPhone 16, pelo iPhone 16 Plus, pelo iPhone 17, pelo iPhone 17 Air, pelo iPhone 17 Pro e pelo iPhone 17 Pro Max.

O alinhamento de celulares disponível na loja oficial da Apple não deverá ser o único a sofrer alterações. Acredita-se que, com a apresentação de novos relógios inteligentes e fones sem fios, a Apple deverá descontinuar as vendas do Apple Watch Series 10, do Apple Watch Ultra 2, do Apple Watch SE 2 e também dos AirPods Pro 2.

Por enquanto isto não passa de especulação, o que significa que terá de estar atento à apresentação da Apple desta terça-feira e que poderá seguir através da aplicação Apple TV, no canal oficial da empresa no YouTube e também no site oficial.

A transmissão do evento terá início às 14:00 (hora de Brasília).

O grande desejo da Apple pode ser concretizado até ao final de 2025

A Apple Intelligence foi lançada em 2024 e, entretanto, continua ausente nos iPhones vendidos na China. Já com uma parceira local feita com a Alibaba, a Apple tem tido dificuldade em conseguir convencer os reguladores chineses

Notícias ao Minuto | 07:00 – 08/09/2025



Fontes: Notícias ao Minuto

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Justiça francesa convoca Elon Musk em inquérito sobre pornografia no X

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Elon Musk e Linda Yaccarino, ex-diretora-geral da rede, foram convocados para “audições livres” na “qualidade de gestores de fato e de direito da plataforma X à época dos fatos”, informou a procuradora Laure Beccuau em comunicado.

A magistrada também informou que as instalações francesas da plataforma X estavam sendo alvo de buscas nesta data, segundo o comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

As diligências ocorrem no âmbito de um inquérito aberto no início de 2025, após denúncias feitas por deputados que apontavam algoritmos enviesados na rede social, suscetíveis de terem comprometido seu funcionamento.

Desde então, as investigações foram ampliadas para outras infrações, incluindo cumplicidade na posse e difusão de imagens de menores com caráter de pornografia infantil, “deepfakes” (manipulação de imagens e áudio) de cunho sexual e negacionismo.

Além de Musk e Yaccarino, “vários funcionários da plataforma X também foram convocados para a semana de 20 a 24 de abril de 2026 para serem ouvidos na condição de testemunhas”, explicou a procuradora.

Segundo Beccuau, as audições devem permitir que os dirigentes “exponham sua posição sobre os fatos e, se for o caso, as medidas de conformidade previstas”.

A escolha do formato de “audição livre” reflete, segundo os investigadores, uma “abordagem construtiva”, com o objetivo de garantir a conformidade da plataforma com as leis francesas.

No processo judicial que envolve a plataforma Kick, após a morte de um streamer no verão passado, o Ministério Público de Paris emitiu, no fim de janeiro, mandados de prisão contra três gestores.

Os envolvidos não compareceram perante a Justiça francesa.

O inquérito contra a X teve origem em uma denúncia apresentada em 12 de janeiro de 2025 pelo deputado Eric Bothorel, que expressou “vivas preocupações” em relação a mudanças nos algoritmos da plataforma após sua aquisição por Musk.

O deputado também citou “aparentes interferências” na gestão do antigo Twitter desde que a plataforma foi comprada pelo ex-colaborador do presidente Donald Trump, segundo o jornal francês Le Monde.

Uma segunda denúncia, feita por um diretor de cibersegurança do serviço público, referia-se a alterações no algoritmo que teriam provocado uma super-representação de “conteúdos políticos nauseantes”.

Leia Também: Asteroide passa a “acompanhar” a Terra e chama atenção de astrônomos



Fontes: Notícias ao Minuto

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Após ensaio, Nasa decide tentar lançar missão lunar Artemis 2 só em março

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(FOLHAPRESS) – A Nasa tentará em março lançar a missão Artemis 2, cujo objetivo é levar humanos em uma viagem ao redor da Lua. A agência tomou a decisão após o ensaio concluído nesta terça-feira (3) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos.

Antes, havia a possibilidade de voo ainda neste mês, entre os dias 6 e 8 ou nos dias 10 e 11.

Porém, decidiu-se esperar até o mês que vem para que as equipes possam avaliar melhor os dados deste primeiro ensaio, também chamado de “wet dress”, a Nasa decidiu passar a mirar as janelas de lançamento do mês que vem.

O primeiro dia da janela de lançamento em março é o dia 6. O calendário inclui os dias 7, 8, 9 e 11. Depois, caso também não seja possível no próximo mês, há datas possíveis em abril -1º, de 3 a 6 e 30.

Antes de qualquer tentativa de lançamento, a Nasa ainda pretende realizar um segundo “wet dress”, que em linhas gerais consiste em uma simulação de lançamento com diversos testes com o foguete SLS e a cápsula Orion já na plataforma de lançamento.

Segundo a Nasa, neste primeiro teste, por exemplo, houve o abastecimento do foguete para avaliar possíveis problemas.

Com a mudança de janela, a agência afirmou que Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen vão ser liberados da quarentena em Houston. O quarteto estava isolado desde o dia 21 de janeiro para garantir que não houvesse exposição a doenças que pudessem comprometer a missão.

Eles devem entrar em isolamento novamente em torno de duas semanas antes da próxima janela de lançamento. Quando enfim embarcarem na viagem lunar eles se tornarão os primeiros seres humanos a deixar a órbita da Terra desde a missão Apollo 17, em dezembro de 1972.

NASA explica em vídeo a Artemis II, ensaio antes do retorno à Lua

Missão tripulada deve ser lançada em 6 de fevereiro e funcionará como um ensaio geral para o retorno de astronautas à superfície lunar. O voo vai testar os sistemas da cápsula Orion e preparar o caminho para a Artemis III, que prevê o pouso na Lua

Notícias ao Minuto | 07:40 – 03/02/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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Asteroide passa a “acompanhar” a Terra e chama atenção de astrônomos

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Um pequeno asteroide recém-identificado passou a chamar a atenção de astrônomos por seu movimento incomum em relação à Terra. Batizado de 2025 PN7, o corpo celeste passou a ser classificado como um quase-satélite, termo usado para descrever objetos que orbitam o Sol, mas acompanham a Terra de forma sincronizada por longos períodos.

Segundo reportagem da ABC News, o asteroide não é uma lua de fato e não está preso à gravidade terrestre. Ainda assim, sua órbita é tão semelhante à da Terra que, visto do nosso planeta, ele parece permanecer por perto, como se estivesse “seguindo” o movimento terrestre ao redor do Sol.

O 2025 PN7 foi identificado por astrônomos a partir de dados de observação recentes e tem cerca de 19 metros de diâmetro. De acordo com especialistas ouvidos pela ABC News, esse tipo de objeto entra em uma relação conhecida como ressonância orbital 1:1, completando uma volta ao redor do Sol praticamente no mesmo tempo que a Terra.

Os cálculos indicam que o asteroide deve manter esse comportamento por várias décadas, possivelmente até o início da década de 2080, antes que interações gravitacionais alterem sua trajetória. Fenômenos como esse não são inéditos, mas são considerados raros, especialmente quando envolvem objetos que passam relativamente próximos ao planeta.

Astrônomos explicam que o interesse pelo 2025 PN7 vai além da curiosidade popular. O acompanhamento de quase-satélites ajuda a entender melhor como pequenos corpos interagem gravitacionalmente com a Terra, além de fornecer dados importantes para modelos de previsão orbital e para estratégias de defesa planetária.

A ABC News destaca que esses objetos também podem servir como alvos potenciais para futuras missões espaciais, já que sua órbita semelhante à da Terra reduz custos e riscos de deslocamento. Apesar disso, os cientistas reforçam que o 2025 PN7 não representa ameaça ao planeta.

Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

Como esses pequenos objetos celestes são classificados

Notícias Ao Minuto Brasil | 05:24 – 01/02/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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