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Explosão de nave Starship da SpaceX marca novo revés no Texas

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A SpaceX enfrentou mais um contratempo no desenvolvimento da nave Starship. Na noite de quarta-feira (18), um protótipo explodiu durante um teste de rotina na base de lançamentos Starbase, no sul do Texas. A explosão ocorreu por volta das 23h, horário local, e ninguém ficou ferido.

Em nota publicada na rede social X, a empresa afirmou que uma “anomalia significativa” aconteceu enquanto o veículo se preparava para o que seria seu décimo voo de teste. Todos os protocolos de segurança foram seguidos, e as equipes que atuavam na operação estão bem. A área do incidente foi isolada, e a SpaceX pediu que o público evite se aproximar da região.

Mais um revés no ano

Este já é o quarto incidente envolvendo a Starship apenas em 2025. Desde janeiro, a SpaceX vem lidando com falhas em testes e lançamentos da nave que é considerada o principal projeto da empresa para voos interplanetários.

No primeiro mês do ano, uma missão foi encerrada de forma abrupta após a perda de contato com o veículo. Em março, outro teste teve o sinal interrompido poucos minutos após o lançamento. Destroços foram encontrados no mar, perto das Bahamas, e o caso afetou cerca de 240 voos nos Estados Unidos, segundo autoridades locais. Em maio, a SpaceX também falhou na tentativa de colocar cargas simuladas em órbita: o propulsor e a cápsula se perderam durante a descida.

O programa Starship é uma das apostas mais ousadas da SpaceX, com foco em viagens de longa distância e possíveis missões à Lua e a Marte.

SpaceX maior

Na semana passada, o bilionário Elon Musk deu a entender, em uma publicação na rede social X, que o foguete atualmente em fase de testes pela SpaceX — o Starship — será ainda maior no futuro do que é hoje.

 

Musk respondeu a uma publicação que comparava as dimensões de diversos foguetes usados para missões espaciais ao longo das últimas décadas, destacando que o Starship é, sem dúvida, o maior de todos.

Atualmente, o Starship tem cerca de 121 metros de altura e 9 metros de diâmetro. Segundo Musk, esse tamanho ainda vai aumentar. “Essa é uma foto antiga. O Starship vai ficar mais comprido”, afirmou o dono da SpaceX.

Vale destacar que os últimos voos de teste do Starship não terminaram da melhor forma, o que mostra que a SpaceX ainda tem um bom caminho a percorrer se quiser atingir o objetivo de levar o foguete até Marte, como planeja Musk.

O que é a SpaceX

A SpaceX (Space Exploration Technologies Corp.) é uma empresa aeroespacial americana fundada em 2002 por Elon Musk. Seu principal objetivo é reduzir os custos de acesso ao espaço e tornar possível a colonização de Marte. A companhia desenvolve e opera foguetes reutilizáveis, como o Falcon 9 e o Falcon Heavy, além da nave Dragon, usada para levar cargas e astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS).

Atualmente, seu projeto mais ambicioso é a Starship, uma nave de grande porte projetada para missões interplanetárias e viagens comerciais ao espaço. A SpaceX também opera a constelação de satélites Starlink, que fornece internet banda larga em áreas remotas ao redor do mundo.

Leia Também: Elon Musk diz que foguete Starship será ainda maior



Fontes: Notícias ao Minuto

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Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano



Fontes: Notícias ao Minuto

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Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026

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Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.

Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.

Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.

“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”

Lucros recordes impulsionados pelo iPhone

A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.

Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.

“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.

Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.

A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.

Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.

Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.

Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.

Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.

Leia Também: Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam



Fontes: Notícias ao Minuto

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Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

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Durante séculos, desde que o Sol foi declarado o centro do sistema solar no século XVI, a sociedade manteve a crença de que qualquer objeto orbitando a estrela brilhante seria considerado um planeta. De Mercúrio a Plutão, todo corpo celeste considerado grande o suficiente foi incluído nessa categoria.

Mas, com o tempo, essa categorização tornou-se confusa, especialmente à medida que ficou claro que nem todos os “planetas” são iguais. A astronomia mudou significativamente desde então, e até mesmo Plutão viu seu status de planeta rebaixado a um mero planeta anão. Mas o que exatamente é isso? E o que é necessário para que um planeta seja incluído nessa categoria? Clique nesta galeria para descobrir.



Fontes: Notícias ao Minuto

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