Arquitetura
Extensão do Hotel WOOD QGAT / BAILORULL

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- Área:
4000 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Uma edificação com duas estruturas
Dentro de um volume definido pela normativa vigente, o projeto consistiu em ampliar o Hotel Qgat existente a partir do programa situado no subsolo.

A divisão do volume original em duas estruturas adequadas ao desenvolvimento dos programas no subsolo determina, quase teluricamente, a envoltória da fachada. Metade do volume é definida por uma estrutura que permite um espaço diáfano de 15 metros de vão sem pilares intermediários; enquanto a outra metade da planta subterrânea se organiza em um espaço fragmentado com pilares intermediários, subdividido em academia, piscina, serviços e acessos: duas estruturas de dimensões e ordens diferentes que coexistem ao mesmo tempo em um único volume compacto. Dois ritmos estruturais que, dentro de uma trama de concreto pré-fabricado, permitem fixar variações que adaptam as fachadas do volume às suas diferentes orientações solares.

Fenda-Pátio
O projeto se aproveita da pequena diferença entre o teto definido pelo volume máximo permitido pela normativa e o limite superior estabelecido por ela para recuar o volume principal em 2 metros em relação à fachada voltada para a rua. Esse recuo possibilita a criação de um pátio longo e estreito, que permite a entrada de luz natural no subsolo, onde estão localizados os dois espaços de uso comum do hotel.


O simples deslocamento do volume na fachada permite que a coexistência das duas ordens estruturais se expresse e reverbere na fachada contínua vibrante, que muda de espessura e seção.

Fachada pré-fabricada
A fachada da nova extensão foi construída com a pré-fabricação de um módulo de madeira construído em oficina, montado dentro da estrutura de concreto pré-fabricado de duplo ritmo.

A cama
Nos níveis acima do solo estão dispostas as novas suítes do hotel. Estas se caracterizam por serem espaços mínimos com acabamentos de madeira, nos quais as camas se desprendem da posição típica hoteleira de se apoiar na parede divisória e se situam no centro da suíte sobre uma divisória de madeira e vidro. A cama central organiza o espaço interno da suíte e se volta para o exterior através da janela na fachada de madeira pré-fabricada. Uma janela equipada com um banco e mesa de trabalho de madeira de carvalho que reforça a fachada e complementa o programa de necessidades de uma suíte de hotel.


Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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