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Fãs, amigos e familiares se despedem de Arlindo Cruz, na Império Serrano
GABRIEL DIAS
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Até as 17h deste sábado, só se ouvia Ludmilla e o seu “Numanice” nos rádios em frente à Império Serrano, na zona norte do Rio de Janeiro. Até que sintonizaram em “O Show Tem Que Continuar”, e os fãs espremidos na entrada da escola de samba entoaram o clássico de Arlindo Cruz, sambista morto nesta sexta, aos 66 anos, enquanto aguardavam a abertura do velório do músico, às 18h. Em poucos minutos, o espaço lotou.
O gurufim de Arlindo -uma homenagem com música, festa, bebida e dança- acontece na sua escola do coração, que por 11 vezes levou um samba de sua autoria para a avenida e está previsto para virar a madrugada, até 10h do domingo. Depois, às 11h, o sepultamento será no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, zona oeste da capital fluminense, numa cerimônia restrita a parentes e amigos próximos.
Além das dezenas de fãs -que cantavam e batiam palmas, acompanhando os atabaques em cânticos de candomblé, religião de Arlindo-, foram lá familiares e amigos próximos, como seus filhos Arlindinho e Flora, Regina Casé, Zeca Pagodinho, Hélio de la Peña, Marcelo D2, Marcos Salles, seu biógrafo e a escritora Conceição Evaristo. Alguns deles participaram de uma despedida mais reservada, antes da abertura para o público.
Arlindinho é requisitado pela imprensa e pelos fãs, que puxam selfies mesmo com o rosto abatido do filho. “Meu pai me ensinou que, desde o momento que colocamos o pé do lado de fora de casa, a gente está trabalhando. Essa é a vida do artista. Então, hoje é um dia de dor, mas também de trabalho. A cerimônia está do tamanho que ele merece, de tudo que ele plantou. Agora é seguir esse legado.”
Babi, viúva do músico, chegou por volta das 19h, quando Arlindinho empunhou seu banjo e iniciou o gurufim. Ele e sua filha Maria Helena, neta de Arlindo, entoaram alguns sucessos do sambista, como “O Show Tem que Continuar”, “Meu Lugar” e “O Bem”.
“É a primeira vez que eu entro na quadra do Império Serrano. Eu desfilei no ano da homenagem, mas não vim para nenhum ensaio”, diz Kauan Felipen, filho de Arlindo em outro relacionamento. “E é meio nostálgico, mesmo não tendo vivido aqui. Aqui é o lugar de origem dele, então é um lugar meio místico para mim, bem forte”.
O gurufim, porém, não encobre a dor com alegria -desata o nó da garganta através da música. Em volta da grade, os fãs cantam com olhos marejados e narizes fungando na noite fria do Rio.
Uma roda de samba -ou pagode, já que nunca existiu diferença entre os gêneros para Arlindo- começou por volta das 19h30, seguindo com alguns clássicos da rua, como “Agora Viu Que Me Perdeu e Chora”, “Pra Ser Minha Musa” e “Meu Poeta”.
“Arlindo era o elo entre gerações”, diz o cantor e compositor Mosquito. “Era um cara muito antenado, estava na rua o tempo inteiro. Um cara que conhecia a molecada e tinha um respeito pelos grandes. Era um cara generoso, sensível e sagaz ao mesmo tempo”.
Perto das 21h, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes também foi ao velório com Cristina, sua esposa. Eles se juntaram à roda de samba e cantaram abraçados aos familiares do sambista.
“O mestre descansou”, diz Salles, o biógrafo. “E deixa uma obra e uma trajetória das mais importantes da história da música, da história do samba. Que todos aprendam e prestem atenção nas canções deixadas por Arlindo.”
Como pedido pela família, a maioria das pessoas veste roupas claras, em sinal de luz, alegria e da energia positiva que o músico espalhou ao longo de sua vida.
O caixão foi posicionado em frente ao palco da quadra, onde foram espalhadas mais de uma dezena de coroas de flores -com mensagens de nomes como o presidente Lula e da primeira-dama Janja da Silva, além da Beija-flor de Nilópolis-, enquanto um telão mostra imagens do sambista. Sobre o caixão, bandeiras da Mocidade, Grande Rio, Império Serrano e do Flamengo.
Arlindo morreu por falência múltiplos dos órgãos. O sambista estava internado no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca. Desde 2017, lidava com as complicações de um acidente vascular cerebral.
Em 2023, Arlindo foi o homenageado da Império Serrano durante o Carnaval. Em um dos carros, havia uma imensa alegoria do artista, tocando banjo e usando uma coroa imperiana, símbolo da escola. O próprio músico participou, acompanhado da família e de uma equipe médica -ele sofreu um acidente vascular cerebral em 2017, que o deixou com graves sequelas.
Leia Também: Saiba o que é o gurufim, ritual que marca velório do sambista Arlindo Cruz
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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