Big data
O que é Big Data?
Big Data refere-se ao conjunto de tecnologias e práticas que permitem o processamento e análise de grandes volumes de dados que não podem ser gerenciados por métodos tradicionais. Esses dados podem ser estruturados, semiestruturados ou não estruturados, e sua análise pode revelar padrões, tendências e insights valiosos para empresas e organizações.
Características do Big Data
As principais características do Big Data são frequentemente resumidas em cinco “Vs”: Volume, Velocidade, Variedade, Veracidade e Valor. O Volume diz respeito à quantidade de dados gerados; a Velocidade refere-se à rapidez com que esses dados são processados; a Variedade abrange os diferentes tipos de dados; a Veracidade diz respeito à qualidade e precisão dos dados; e o Valor é a utilidade que esses dados podem trazer para a tomada de decisões.
Importância do Big Data para os Negócios
O Big Data é crucial para as empresas modernas, pois permite uma análise mais aprofundada do comportamento do consumidor, otimização de processos internos e desenvolvimento de produtos mais alinhados às necessidades do mercado. Com a análise de grandes volumes de dados, as empresas podem prever tendências e tomar decisões mais informadas, aumentando sua competitividade.
Tecnologias Utilizadas em Big Data
Dentre as tecnologias mais utilizadas em Big Data, destacam-se Hadoop, Spark, NoSQL databases e ferramentas de visualização de dados como Tableau e Power BI. Essas tecnologias permitem o armazenamento, processamento e análise eficiente de grandes conjuntos de dados, possibilitando que as empresas extraiam insights valiosos de maneira rápida e eficaz.
Desafios do Big Data
Apesar de suas vantagens, o Big Data também apresenta desafios significativos. A segurança dos dados é uma preocupação constante, uma vez que grandes volumes de informações podem ser alvos de ataques cibernéticos. Além disso, a integração de dados provenientes de diferentes fontes e a necessidade de profissionais qualificados para interpretar esses dados são obstáculos que as empresas enfrentam ao implementar soluções de Big Data.
Big Data e Inteligência Artificial
A interseção entre Big Data e Inteligência Artificial (IA) é um campo em crescimento. A IA utiliza algoritmos para analisar grandes volumes de dados, permitindo a automação de processos e a geração de insights em tempo real. Essa combinação potencializa a capacidade das empresas de prever comportamentos e personalizar ofertas, melhorando a experiência do cliente e aumentando a eficiência operacional.
Aplicações de Big Data em Diversos Setores
Big Data encontra aplicações em diversos setores, como saúde, finanças, marketing e varejo. Na saúde, por exemplo, a análise de dados pode ajudar a prever surtos de doenças e melhorar o atendimento ao paciente. No setor financeiro, é utilizada para detectar fraudes e gerenciar riscos. No marketing, permite segmentar audiências e personalizar campanhas, enquanto no varejo, ajuda a otimizar estoques e melhorar a experiência de compra.
O Futuro do Big Data
O futuro do Big Data é promissor, com a previsão de que a quantidade de dados gerados continue a crescer exponencialmente. Tecnologias emergentes, como a computação quântica e o 5G, devem impulsionar ainda mais a capacidade de processamento e análise de dados. À medida que mais empresas adotam soluções de Big Data, a demanda por profissionais qualificados nessa área também deve aumentar, tornando-se uma habilidade essencial no mercado de trabalho.
Big Data e a Privacidade dos Dados
A privacidade dos dados é uma preocupação crescente no contexto do Big Data. Com a coleta e análise de grandes volumes de informações pessoais, é fundamental que as empresas adotem práticas transparentes e éticas. Regulamentações como a LGPD no Brasil e o GDPR na Europa visam proteger os direitos dos indivíduos e garantir que os dados sejam utilizados de maneira responsável e segura.
Conclusão
O Big Data é uma ferramenta poderosa que, quando utilizada corretamente, pode transformar a forma como as empresas operam e tomam decisões. Com a evolução contínua das tecnologias e o aumento da conscientização sobre a importância da análise de dados, o Big Data se consolidará como um elemento essencial para o sucesso empresarial no futuro.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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