Boas práticas de produtividade
Definição de Boas Práticas de Produtividade
Boas práticas de produtividade referem-se a um conjunto de métodos e estratégias que visam otimizar o uso do tempo e recursos, aumentando a eficiência e a eficácia no ambiente de trabalho. Essas práticas são fundamentais para garantir que as tarefas sejam realizadas de maneira organizada e dentro dos prazos estabelecidos, contribuindo para a melhoria contínua dos processos e resultados.
Estabelecimento de Metas Claras
Uma das principais boas práticas de produtividade é o estabelecimento de metas claras e alcançáveis. Definir objetivos específicos ajuda a direcionar os esforços da equipe e a manter o foco nas atividades prioritárias. Além disso, a utilização de metodologias como SMART (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais) pode ser uma excelente forma de garantir que as metas sejam bem definidas e acompanhadas.
Planejamento e Organização do Trabalho
O planejamento é uma etapa crucial para a implementação de boas práticas de produtividade. Criar um cronograma detalhado, que inclua prazos e responsabilidades, permite que todos os membros da equipe saibam o que se espera deles e quando. Ferramentas de gestão de projetos, como Trello ou Asana, podem ser utilizadas para facilitar essa organização e garantir que as tarefas sejam acompanhadas de forma eficaz.
Prioritização de Tarefas
A priorização de tarefas é uma técnica essencial para aumentar a produtividade. Identificar quais atividades são mais urgentes e importantes ajuda a direcionar o foco para o que realmente traz resultados. Métodos como a Matriz de Eisenhower podem ser utilizados para classificar as tarefas e decidir quais devem ser realizadas primeiro, evitando a sensação de sobrecarga e estresse.
Uso de Tecnologia e Ferramentas de Produtividade
A tecnologia desempenha um papel fundamental nas boas práticas de produtividade. Utilizar ferramentas digitais que automatizam processos, como softwares de gestão de tempo e aplicativos de comunicação, pode reduzir significativamente o tempo gasto em tarefas administrativas. Além disso, essas ferramentas permitem uma melhor colaboração entre os membros da equipe, facilitando a troca de informações e o acompanhamento de projetos.
Ambiente de Trabalho Adequado
Um ambiente de trabalho adequado é crucial para a produtividade. Isso inclui não apenas a organização física do espaço, mas também a criação de um ambiente que favoreça a concentração e o bem-estar. Elementos como iluminação adequada, ergonomia e a redução de ruídos podem impactar diretamente na capacidade de foco e na eficiência dos colaboradores.
Gestão do Tempo
A gestão do tempo é uma das boas práticas de produtividade mais importantes. Técnicas como a Pomodoro, que consiste em trabalhar por períodos de 25 minutos seguidos de breves intervalos, ajudam a manter a concentração e a evitar a fadiga. Além disso, é fundamental reservar momentos para revisar e ajustar o planejamento, garantindo que as atividades estejam sempre alinhadas com os objetivos estabelecidos.
Feedback Contínuo
O feedback contínuo é uma prática que deve ser incorporada à cultura organizacional. Proporcionar e receber feedback de forma regular ajuda a identificar áreas de melhoria e a reconhecer conquistas. Essa troca de informações é essencial para o desenvolvimento profissional e para a manutenção de um ambiente colaborativo e motivador, onde todos se sintam valorizados e engajados.
Desenvolvimento de Habilidades e Capacidades
Investir no desenvolvimento de habilidades e capacidades dos colaboradores é uma das boas práticas de produtividade que traz resultados a longo prazo. Oferecer treinamentos e capacitações permite que a equipe se mantenha atualizada e preparada para enfrentar novos desafios. Além disso, o desenvolvimento contínuo contribui para a satisfação e retenção de talentos dentro da organização.
Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal
Por fim, promover um equilíbrio saudável entre a vida profissional e pessoal é essencial para a produtividade. Incentivar pausas regulares, a prática de atividades físicas e o respeito ao tempo livre dos colaboradores ajuda a prevenir o burnout e a manter a motivação. Um colaborador feliz e equilibrado tende a ser mais produtivo e engajado nas suas atividades.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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