Bot
O que é um Bot?
Um Bot, ou robô, é um software projetado para automatizar tarefas específicas na internet. Esses programas são capazes de executar ações repetitivas e interagir com usuários ou sistemas, muitas vezes sem a necessidade de intervenção humana. Os Bots são amplamente utilizados em diversas áreas, como atendimento ao cliente, marketing digital e monitoramento de redes sociais.
Tipos de Bots
Existem diversos tipos de Bots, cada um com suas funcionalidades e propósitos. Os Bots de chat, por exemplo, são utilizados em plataformas de mensagens para interagir com os usuários, respondendo perguntas e fornecendo informações. Já os Bots de busca são responsáveis por indexar conteúdos na web, facilitando a pesquisa de informações nos motores de busca. Outros tipos incluem Bots de monitoramento, que analisam dados e tendências, e Bots de jogos, que atuam como adversários ou aliados em ambientes virtuais.
Como os Bots Funcionam?
Os Bots funcionam através de algoritmos que permitem a execução de tarefas de forma autônoma. Eles podem ser programados para seguir regras específicas ou aprender com a interação com os usuários, utilizando técnicas de inteligência artificial e machine learning. Essa capacidade de aprendizado torna os Bots cada vez mais eficientes, permitindo que se adaptem às necessidades dos usuários e melhorem suas respostas ao longo do tempo.
Benefícios dos Bots
Os Bots oferecem uma série de benefícios para empresas e usuários. Eles podem aumentar a eficiência operacional, reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas. Além disso, os Bots estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, proporcionando suporte contínuo aos clientes. Outro benefício importante é a coleta de dados, que permite às empresas entender melhor o comportamento dos usuários e otimizar suas estratégias de marketing.
Desafios na Implementação de Bots
Apesar das vantagens, a implementação de Bots pode apresentar desafios. Um dos principais é garantir que o Bot compreenda corretamente as solicitações dos usuários, evitando mal-entendidos. Além disso, é fundamental manter a privacidade e a segurança dos dados, uma vez que os Bots lidam com informações sensíveis. A falta de um design intuitivo também pode levar à frustração dos usuários, resultando em uma experiência negativa.
Exemplos de Uso de Bots
Os Bots são utilizados em diversas aplicações no dia a dia. No atendimento ao cliente, por exemplo, empresas como bancos e lojas online utilizam Bots para responder perguntas frequentes e resolver problemas simples. Em redes sociais, Bots ajudam a gerenciar interações, automatizando postagens e respondendo a comentários. No setor de marketing, Bots podem ser usados para enviar mensagens personalizadas e segmentadas, aumentando a eficácia das campanhas.
O Futuro dos Bots
O futuro dos Bots é promissor, com avanços contínuos em inteligência artificial e machine learning. Espera-se que os Bots se tornem cada vez mais sofisticados, capazes de realizar tarefas complexas e oferecer experiências personalizadas aos usuários. Além disso, a integração de Bots com outras tecnologias, como a Internet das Coisas (IoT), pode abrir novas possibilidades para automação e interação em tempo real.
Como Criar um Bot?
A criação de um Bot envolve várias etapas, desde a definição de seu propósito até a programação e testes. É importante identificar as necessidades do público-alvo e as tarefas que o Bot irá desempenhar. Após essa fase, a escolha da plataforma de desenvolvimento e a linguagem de programação adequada são cruciais. Por fim, testes rigorosos devem ser realizados para garantir que o Bot funcione corretamente e atenda às expectativas dos usuários.
Considerações Éticas sobre Bots
Com o aumento do uso de Bots, surgem também questões éticas. É fundamental que os usuários sejam informados quando estão interagindo com um Bot, evitando enganos. Além disso, a transparência na coleta e uso de dados é essencial para manter a confiança dos usuários. As empresas devem estar cientes das implicações éticas ao implementar Bots e garantir que suas práticas estejam alinhadas com as expectativas sociais.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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