Desafios de projeto
Desafios de projeto: Entendendo o contexto
Os desafios de projeto são obstáculos que surgem durante o planejamento e a execução de um projeto. Eles podem variar desde limitações orçamentárias até a falta de recursos humanos qualificados. Identificar esses desafios logo no início é crucial para o sucesso do projeto, pois permite que a equipe desenvolva estratégias eficazes para superá-los.
Desafios de projeto: Comunicação ineficaz
A comunicação é um dos pilares fundamentais em qualquer projeto. Desafios de projeto relacionados à comunicação ineficaz podem levar a mal-entendidos, atrasos e até mesmo à falha completa do projeto. É essencial estabelecer canais de comunicação claros e eficientes entre todos os membros da equipe e partes interessadas, garantindo que todos estejam alinhados com os objetivos e as expectativas.
Desafios de projeto: Gestão de tempo
A gestão do tempo é outro desafio crítico em projetos. Muitas vezes, os prazos são apertados e as demandas são altas, o que pode resultar em estresse e baixa qualidade do trabalho. Para mitigar esses desafios de projeto, é importante implementar técnicas de gerenciamento de tempo, como a definição de marcos e a priorização de tarefas, permitindo que a equipe se concentre nas atividades mais importantes.
Desafios de projeto: Orçamento limitado
Um dos desafios de projeto mais comuns é a restrição orçamentária. Muitas vezes, os recursos financeiros disponíveis não são suficientes para cobrir todas as necessidades do projeto. Isso exige uma gestão financeira rigorosa e a capacidade de fazer escolhas difíceis sobre onde alocar os recursos. A criação de um orçamento detalhado e a busca por alternativas de financiamento podem ajudar a superar esse desafio.
Desafios de projeto: Mudanças de escopo
As mudanças de escopo, também conhecidas como “scope creep”, são um desafio frequente em projetos. Elas ocorrem quando novos requisitos são adicionados ao projeto sem uma avaliação adequada do impacto no cronograma e no orçamento. Para gerenciar esse desafio de projeto, é fundamental ter um processo claro de controle de mudanças que permita avaliar e aprovar alterações de forma sistemática.
Desafios de projeto: Falta de engajamento da equipe
A falta de engajamento da equipe pode ser um grande obstáculo para o sucesso do projeto. Quando os membros da equipe não estão motivados ou não se sentem parte do processo, a produtividade e a qualidade do trabalho podem ser comprometidas. Para enfrentar esse desafio de projeto, é importante promover um ambiente de trabalho colaborativo e incentivar a participação ativa de todos os envolvidos.
Desafios de projeto: Gestão de riscos
A gestão de riscos é um aspecto crucial em qualquer projeto, mas também apresenta desafios significativos. Identificar, avaliar e mitigar riscos potenciais requer uma abordagem sistemática e proativa. A falta de um plano de gestão de riscos pode levar a surpresas desagradáveis que podem comprometer o andamento do projeto. Portanto, é essencial dedicar tempo e recursos para desenvolver um plano robusto de gestão de riscos.
Desafios de projeto: Alinhamento de stakeholders
O alinhamento de stakeholders é um desafio que pode impactar diretamente o sucesso do projeto. Diferentes partes interessadas podem ter expectativas e objetivos conflitantes, o que pode gerar tensões e atrasos. Para superar esse desafio de projeto, é fundamental envolver todas as partes interessadas desde o início e manter um diálogo aberto e transparente ao longo de todo o processo.
Desafios de projeto: Tecnologia e ferramentas inadequadas
A escolha de tecnologias e ferramentas inadequadas pode ser um dos maiores desafios de projeto. Ferramentas que não atendem às necessidades da equipe ou que são difíceis de usar podem resultar em perda de tempo e eficiência. Portanto, é vital realizar uma pesquisa cuidadosa e considerar as necessidades específicas do projeto ao selecionar as tecnologias e ferramentas a serem utilizadas.
Desafios de projeto: Avaliação e aprendizado contínuo
A avaliação contínua do progresso do projeto é essencial para identificar e resolver desafios de forma eficaz. Muitas equipes falham em implementar um sistema de feedback que permita aprender com os erros e sucessos. Criar um ambiente onde a avaliação e o aprendizado são incentivados pode ajudar a equipe a se adaptar e melhorar continuamente, aumentando as chances de sucesso em projetos futuros.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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