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Engajamento remoto

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O que é Engajamento Remoto?

O engajamento remoto refere-se à capacidade de conectar e interagir com equipes, clientes ou comunidades à distância, utilizando ferramentas digitais. Essa prática se tornou essencial no ambiente de trabalho moderno, especialmente com o aumento do home office e da digitalização dos serviços. O engajamento remoto não se limita apenas à comunicação, mas também envolve a construção de relacionamentos e a promoção de uma cultura colaborativa, mesmo quando as pessoas estão fisicamente distantes.

Importância do Engajamento Remoto

O engajamento remoto é crucial para a manutenção da produtividade e do moral das equipes. Em um cenário onde o trabalho remoto se tornou a norma, as empresas precisam garantir que seus colaboradores se sintam conectados e valorizados. Um bom engajamento remoto pode resultar em maior satisfação no trabalho, redução da rotatividade e aumento da eficiência, pois os colaboradores se sentem mais motivados e envolvidos com os objetivos da empresa.

Ferramentas para Engajamento Remoto

Existem diversas ferramentas que facilitam o engajamento remoto, como plataformas de videoconferência, aplicativos de mensagens instantâneas e softwares de gerenciamento de projetos. Ferramentas como Zoom, Slack e Trello são exemplos populares que permitem a comunicação em tempo real e a colaboração em projetos, ajudando a manter todos na mesma página, independentemente da localização geográfica.

Estratégias para Melhorar o Engajamento Remoto

Para otimizar o engajamento remoto, as empresas devem implementar estratégias eficazes, como reuniões regulares, feedback contínuo e reconhecimento de conquistas. Criar um ambiente virtual que promova a interação social, como happy hours online ou grupos de interesse, também pode ajudar a fortalecer os laços entre os membros da equipe, tornando o trabalho remoto mais agradável e produtivo.

Desafios do Engajamento Remoto

Embora o engajamento remoto traga muitos benefícios, também apresenta desafios significativos. A falta de interação face a face pode levar ao isolamento e à desconexão entre os colaboradores. Além disso, a comunicação pode ser mal interpretada sem os sinais não verbais presentes em interações presenciais. As empresas precisam estar cientes desses desafios e trabalhar ativamente para superá-los, promovendo uma cultura de comunicação aberta e inclusiva.

Medindo o Engajamento Remoto

Medir o engajamento remoto é fundamental para entender a eficácia das estratégias implementadas. As empresas podem utilizar pesquisas de satisfação, métricas de produtividade e análises de participação em reuniões para avaliar o nível de engajamento de suas equipes. Ferramentas de análise de dados também podem ajudar a identificar áreas que precisam de melhorias, permitindo ajustes nas abordagens de engajamento.

O Papel da Liderança no Engajamento Remoto

A liderança desempenha um papel vital no engajamento remoto. Líderes eficazes devem ser proativos na comunicação, demonstrando empatia e apoio aos membros da equipe. Eles devem incentivar a participação ativa e criar um ambiente onde todos se sintam à vontade para compartilhar ideias e preocupações. Um líder que se preocupa com o bem-estar de sua equipe pode aumentar significativamente o engajamento e a motivação.

Engajamento Remoto e Cultura Organizacional

A cultura organizacional é um fator determinante para o sucesso do engajamento remoto. Empresas que promovem valores como transparência, inclusão e colaboração tendem a ter equipes mais engajadas. A cultura deve ser intencionalmente cultivada, mesmo em um ambiente remoto, através de iniciativas que reforcem os valores da empresa e incentivem a interação entre os colaboradores.

Futuro do Engajamento Remoto

O futuro do engajamento remoto parece promissor, com a evolução contínua da tecnologia e a adaptação das empresas a novas formas de trabalho. À medida que mais organizações adotam modelos híbridos, o engajamento remoto se tornará ainda mais relevante. As empresas que investirem em estratégias eficazes de engajamento remoto estarão melhor posicionadas para atrair e reter talentos, além de se destacar em um mercado competitivo.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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