Equipe
O que é uma Equipe?
Uma equipe é um grupo de indivíduos que se reúnem para alcançar um objetivo comum. No contexto de serviços, a formação de uma equipe eficaz é crucial para o sucesso de projetos e para a satisfação do cliente. As equipes podem variar em tamanho e estrutura, mas todas compartilham a necessidade de colaboração e comunicação para funcionar de maneira eficiente.
Importância da Equipe em Serviços
A importância de uma equipe no setor de serviços não pode ser subestimada. Uma equipe bem estruturada pode melhorar a produtividade, aumentar a qualidade do serviço prestado e garantir que as expectativas dos clientes sejam atendidas. A sinergia entre os membros da equipe é fundamental para resolver problemas rapidamente e inovar em processos e serviços.
Características de uma Equipe Eficaz
Uma equipe eficaz possui características específicas que a diferenciam. Entre elas, destacam-se a comunicação clara, a confiança mútua, a diversidade de habilidades e a capacidade de adaptação. Essas características permitem que a equipe enfrente desafios e se ajuste às mudanças no ambiente de trabalho, garantindo que os objetivos sejam alcançados de forma eficiente.
Tipos de Equipes em Serviços
No setor de serviços, existem diferentes tipos de equipes, como equipes de projeto, equipes funcionais e equipes interdisciplinares. Cada tipo de equipe tem suas próprias funções e responsabilidades, mas todas são essenciais para o funcionamento harmonioso da organização. Compreender as diferenças entre esses tipos de equipes ajuda na formação e gestão de grupos mais eficazes.
Formação de Equipes
A formação de equipes envolve a seleção cuidadosa de membros com habilidades complementares e a definição clara de papéis e responsabilidades. Um bom líder deve facilitar a integração dos membros da equipe, promovendo um ambiente colaborativo onde todos se sintam valorizados e motivados a contribuir para o sucesso coletivo.
Desafios na Gestão de Equipes
Gerenciar uma equipe pode apresentar diversos desafios, como conflitos interpessoais, falta de comunicação e resistência a mudanças. É fundamental que os líderes estejam preparados para lidar com esses desafios, implementando estratégias de resolução de conflitos e promovendo um ambiente de trabalho positivo e inclusivo.
Comunicação em Equipes
A comunicação é um dos pilares fundamentais para o sucesso de uma equipe. Uma comunicação eficaz garante que todos os membros estejam alinhados com os objetivos e as expectativas. Ferramentas de comunicação, como reuniões regulares e plataformas digitais, podem facilitar a troca de informações e o feedback contínuo entre os membros da equipe.
Desenvolvimento de Equipes
O desenvolvimento de equipes é um processo contínuo que envolve treinamento, feedback e avaliação de desempenho. Investir no desenvolvimento das habilidades dos membros da equipe não apenas melhora a eficiência, mas também aumenta a satisfação e a retenção de talentos dentro da organização. Programas de capacitação e workshops são exemplos de iniciativas que podem ser implementadas.
Impacto da Tecnologia nas Equipes
A tecnologia tem um papel significativo na formação e gestão de equipes. Ferramentas de colaboração online, softwares de gerenciamento de projetos e plataformas de comunicação instantânea transformaram a maneira como as equipes trabalham. A adoção dessas tecnologias pode aumentar a produtividade e facilitar a colaboração, independentemente da localização geográfica dos membros da equipe.
Reconhecimento e Motivação da Equipe
Reconhecer e valorizar o trabalho da equipe é essencial para manter a motivação alta. Programas de reconhecimento, feedback positivo e recompensas podem incentivar os membros da equipe a se esforçarem ainda mais. Um ambiente onde os esforços são reconhecidos tende a gerar maior comprometimento e lealdade, resultando em uma equipe mais coesa e produtiva.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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